A sério que sim
16.12.11

Basílio Horta voltou a mostrar o que é: um velho mal educado, politicamente repugnante, peçonhento, arrogante na sua nulidade e sobranceiro na sua ordinarice. Um velho vulgar e dispensável, lamentavelmente eleito para representar não se sabe quem, um velho triste e subserviente de uma cartilha, criada por políticos profissionais para políticos profissionais, que luta desesperamente para se agarrar, seja como for, ao "tacho". Um velho inflado e encarnado, cheio até às suadas costuras de fel e amargura, que vai destilando à medida que trilha o seu tremendamente sinuoso percurso político.

 

Pedro Nuno Santos, o vice do cabelo "à Sócrates", o homem que, seguramente inebriado, perdeu o super-ego e proferiu os disparates que se conhecem, apresentou-se ontem na AR e ousou defender a sua honra. A honra defende-se com acções e comportamentos, não com palavras vazias. Não está, por isso, ao alcance de canalhas caloteiros que acham perfeitamente legítimo utilizar a dimensão da dívida como uma forma de ameaça. Não se pode, no entanto, exigir mais a uma produção fictícia do socialismo moderno português, a uma figura cheia de nada que apenas se pode destacar pela sua flatulência verbal.

 

Zorrinho (uma versão apequenada e com olhos de carneiro mal-morto do Zorro?), afrontou a AR ao confrontar a sua Vice-Presidente, em pleno exercício de funções. Naquela postura desafiante de barraqueiro bem vestido, com aquele tom enervante de homicida que não confessa o crime, lá vai subindo a escada rosa, cada vez menos íngreme, por sinal.

 

Joana Amaral Dias juntou-se ao circo, restando saber qual é o seu papel, defendendo os seus colegas de partido (ainda o são, ou a senhora já mudou outra vez?). Afirmou que Pedro Nuno Santos tinha estado muito bem e deu a entender que a criatura aproximou o PS de uma ideologia de esquerda. Basta olhar para Joana Amaral Dias, debaixo da camada de betume que lhe cobre a face, para perceber que é uma mulher que defende firmemente os ideais de esquerda.

 

Isabel Moreira não merece atenção. É um zero!

 

link do postPor António Pinto, às 12:51  comentar

 
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