A sério que sim
9.1.12

António José Seguro reage aos novos nomes indicados para os órgãos sociais da EDP. Entre outras coisas, afirma que deve existir uma "fronteira entre a política e os negócios".

 

Seguro ainda não percebeu que se candidatou e foi eleito secretário-geral do PS? E que devia existir um período de nojo, com duração nunca inferior a 12 anos, durante o qual o PS - qualquer pessoa do PS! - se devia abster de criticar putativas promiscuidades entre política e negócios - por manifesta falta de legitimidade?

 

Ou Seguro não estava cá quando a Mota-Engil desencantou Jorge Coelho? Estaria de férias aquando da OPA da Sonae à PT? Perdeu os óculos e não viu a negociata BCP via CGD, o mais repugnante exemplo de ingerência de um partido nos negócios, que colocou o não menos repugnante Armando Vara na administração do maior banco privado português?

link do postPor João Sousa, às 10:45  comentar

 
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