A sério que sim
30.11.12

Entretanto, noticia o Económico, Suécia e Portugal são os únicos países nos quais o Estado paga a Educação a 100%. Há aqui uma ironia tão fina...

link do postPor António Pinto, às 11:52  comentar

Que ninguém se atreva a mexer na escola pública tal como ela é. Está tão bem...

link do postPor António Pinto, às 11:47  comentar

Soares considera que as políticas seguidas por Passos Coelho estão a arruinar o povo português. Exige, portanto, a sua demissão. Soares acha que é capaz de arruinar o povo português sozinho.

link do postPor António Pinto, às 11:40  comentar

21.11.12

Li que no terceiro trimestre desembarcaram no Aeroporto de Beja - 0 passageiros.

 

Um aeroporto em Beja é um desafio à razoabilidade - curiosamente, obra de um governo cujo ministro das Obras Públicas ridicularizou em público a ideia de um aeroporto em Alcochete com o argumento de ser "um deserto".

 

Um aeroporto que custou 30 milhões de euros e não tem passageiros, faz tanto sentido como um hospital sem doentes. A diferença, infelizmente para nós, é que este hospital pertence ao reino da ficção:

 

link do postPor João Sousa, às 09:56  comentar

20.11.12

Há quem diga que António Costa nutre um ódio visceral por carros. Discordo. Como nunca vi A.C. afadigar as perninhas gordas nas ciclovias que vai pintando nos passeios, ou espremendo-se num autocarro da Carris ou numa carruagem do metropolitano, inclino-me mais para uma cobiça envergonhada comum nestes burgueses de Esquerda.

 

Costa proibiu (como as gentes de Esquerda adoram o verbo proibir!) a circulação de carros com mais de 12 anos no centro da cidade. Agora, Costa vai instalar em semáforos um sistema de vigilância (como estas gentes de Esquerda adoram o verbo vigiar!) que irá identificar as matriculas dos prevaricadores. A justificação para isto é a omnipresente "qualidade do ar".

 

Que magnífico exercício de hipocrisia! O lisboeta (residente ou de passagem) tem que suster a respiração por causa de um cocktail infernal que se evola da cidade: lixo, dejectos, urina, poeira das constantes obras. E o indizível António Costa pretende-nos salvar - proibindo os Mini.

link do postPor João Sousa, às 12:57  comentar

16.11.12

O palermóide Seguro vem agora dizer, num arroubo de poesia, que se fosse primeiro-ministro (os deuses nos protejam desse advento!) a austeridade seria uma necessidade mas não uma estratégia prioritária.

 

Seguro cada vez mais me recorda essa má memória de nome Guterres. O seu projecto político é gastar. O seu discurso político é feito de chavões ocos ou demagogias canalhas.

 

Mas forcemos Seguro a olhar para a realidade:

 

A razão para estarmos agora na necessidade de austeridade resulta em grande parte da estratégia prioritária dos consulados socráticos: gastar, endividar, oferecer negócios aos amigos. E Seguro, então, assistia calmamente ao desastre na bancada parlamentar que aplaudia de pé Sócrates e o naufrágio de um país.

link do postPor João Sousa, às 10:51  comentar

14.11.12

A greve geral tornou-se um mecanismo de utilização recorrente por parte da facção terrorista do PCP. Chegaremos, em breve, a um tempo em que será convocada uma greve geral todos os meses. Perdendo em números e perdendo em atenção, nada mais resta aos peões de brega do Partido que não a organização de "piquetes de greve", cuja principal função é assegurar que o direito constitucional à greve é cumprido, enquanto que outro direito constitucional, o direito ao trabalho, é reprimido com violência sempre que as autoridades policiais não estão a olhar. Não merece, por isso, grande atenção. Confrontou-me, antes, com a evidência de um facto acerca do comunismo. Um facto que tendemos a esquecer.

 

O comunismo é um modelo de concepção socio-económico que já teve várias oportunidades, em diversos contextos, de dar provas. Que o digam os povos fustigados pelos seus horrores, levados, à laia de cobaias, aos mais baixos patamares de dignidade que a condição humana pode prever. O comunismo falhou. Falhou sempre e inapelavelmente. Falhou em termos económicos, sociais e humanos. Viveram-se, sob a égide de ditadores comunistas, alguns dos episódios mais arrepiantes que a História guarda, algo envergonhada, nos seus anais. Todos conhecemos os resultados obtidos pelos campeões vermelhos da democracia em cenários tão díspares como Cuba, Coreia do Norte, China, ex-URSS, ex-RDA ou Venezuela, por exemplo. É uma história manchada pelo vermelho do sangue, pelo sofrimento das vítimas que sucumbiram a regimes de repressão brutal, inconcebíveis à luz do Mundo moderno.

 

À nossa pequena escala, vemos que os países aflitos são, curiosamente, aqueles onde a extrema esquerda tem mais peso. Portugal e Grécia são ilustrações perfeitas deste pensamento. Países onde os princípios comunistas estão, ainda, teimosamente enraizados, como se pode constatar na lei laboral, por exemplo. Custa, muito sinceramente, perceber como é possível que facções políticas radicais de esquerda obtenham, em eleições, cerca de 20% ou mesmo 30% (caso grego) dos votos. O voto de protesto não justifica promover a eleição de pessoas oriundas de uma ideologia que produziu algumas das mais sinistras personalidades da história humana, como Estaline, Mao Tse-Tung ou Kim Il-Sung. Nada justifica! Estes ideais radicais e desnecessários no Mundo moderno deveriam, isso sim, seguir o caminho da ilegalização, à semelhança, por exemplo, do nazismo.

link do postPor António Pinto, às 14:30  comentar

5.11.12

Cristina Azevedo, ex-presidente despedida da Fundação Cidade de Guimarães, exige uma indemnização de 420 mil euros. Carla Morais, ex-vogal despedida da Fundação Cidade de Guimarães, exige uma indemnização de mais de 800 mil euros.

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link do postPor João Sousa, às 10:52  comentar

António José Seguro diz que o PS "não será cúmplice da criação de um Estado low-cost". Infelizmente, não era preciso ele dizer, nós sabemos disso e temo-lo sentido na carteira: se há coisa em que o PS sempre se destacou, é em aumentar o custo do Estado, não o inverso.

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link do postPor João Sousa, às 08:50  comentar

2.11.12

O oráculo Vasco Lourenço veio dizer que uma nova guerra na Europa será inevitável. Parece que alguém se esqueceu de fechar o cadeado da garrafeira lá de casa...

link do postPor João Sousa, às 08:43  comentar

 
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