A sério que sim
28.4.13

Eu tenho estado com tão pouca paciência para estas palhaçadas...

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link do postPor João Sousa, às 10:49  comentar

19.4.13

Acho sempre piada quando vejo os doidinhos do AspirinaB a citarem os maluquinhos do Corporações e vice-versa (links na barra lateral, caso pretendam enojar-se). É um pouco como ver um lacrau "amigar-se" no Facebook a uma cascavel.

link do postPor João Sousa, às 13:59  comentar

16.4.13

Jeroen Dijsselbloem, ministro das Finanças holandês, acima fotografado com ar de "em que buraco me fui meter", realizou uma "investigação em Economia Empresarial com vista à obtenção de um mestrado na University College Cork" - e achou-se no direito de colocar logo o mestrado no currículo.

 

Admito que talvez eu tenha sido demasiado simplista. Tenho olhado para esta mania de ser "criativo" com o respectivo currículo como um sinal da "tugalidade" de José Sócrates (e assemelhados) na chico-espertice. Com o avolumar de casos conhecidos noutros países, começo a pensar que estava errado: será mesmo um problema geracional, não local.

 

Ou, talvez, esta pulhice seja um fenómeno global e permanente - e agora haja mais ferramentas para investigar.

link do postPor João Sousa, às 09:55  comentar

15.4.13

Soares, falho de ética e de vergonha, prossegue debitando as suas atoardas, de alguma forma apoiado na reconfortante ideia de estar protegido de reacções pela sua muitíssimo provecta idade.

 

João, já não é de Aricept que este cavalheiro precisa, mas antes de Haldol: 

 

O haldol é o haloperidol, um neuroléptico do grupo das butirofenonas. Além da indicação para tratamento dos sintomas psicóticos: pode ser usado também para evitar enjôos e vômitos de qualquer origem, para controlar agitação, agressividade devido a outras perturbações mentais, ou ainda para tratar o distúrbio de Gilles La Tourette.

link do postPor António Pinto, às 14:01  comentar

13.4.13

Aquilo que o I Online expõe, via entrevista do jurássico Soares pela eternamente dócil Ana Sá Lopes (que consegue dizer apenas cinco vezes "senhor doutor"), não é a canalhice de um eterno canalha; não é a falta de vergonha de alguém que nunca possuiu um vestígio de consciência; não é, sequer, o sentimento de impunidade assumido por quem constantemente viu as suas enormes falhas de carácter, contradições de discurso e actos à margem da lei e da ética serem negligenciados - quando não absolvidos - por jornais e jornalistas, sempre desejosos de se sentarem à mesa com o grande dinossauro.

 

Não. Aquilo que se vê, nesta lamentável entrevista ao lamentável Soares, é a decadência de alguém cuja falta de saúde física e mental mereceria cuidados acrescidos - não esta exposição e humilhação públicas nas capas dos jornais, quiçá incentivadas por uma família negligente cujo estilo de vida sempre dependeu da ficção criada pelo próprio.

 

É só isto o que me apraz dizer em relação à última entrevista perpetrada pelo antigo Soares. Se não é o delírio de um senil, então é um acto criminoso certamente punível pela lei.

link do postPor João Sousa, às 20:43  comentar

11.4.13

Se isto não é a antítese do pensamento do nosso Partido Socialista, não sei o que o será:

 

 

Talvez seja verdade que cada povo "cria" os governantes que merece.

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link do postPor João Sousa, às 09:27  comentar

Num sermão quase inteiramente dedicado a babar o seu despeito por Margaret Thatcher, o ancião Soares, falho de ética, invoca os bons exemplos que vêm (como está tão incutido no anedotário mundial) da América Latina para afirmar a sua tese:

 

(...) quando não há dinheiro, não se paga (...)

 

A minha primeira reacção foi de revolta. Mas, quanto mais penso, mais se me entranha a soárica ideia. O decano Soares não está completamente fora de razão. Proponho até que se comece por aplicar a sua teoria em si próprio:

 

não há dinheiro, não se paga - a sua Fundação manhosa;

não há dinheiro, não se paga - as sua multas;

não há dinheiro, não se paga - a sua subvenção;

não há dinheiro, não se paga - o seu uso de automóvel de Estado, o condutor e o combustível;

não há dinheiro, não se paga - o seu gabinete, o seu secretariado e as ajudas de custo;

não há dinheiro, não se paga - a sua comitiva de segurança;

etc.

link do postPor João Sousa, às 09:17  comentar

10.4.13

Ao contrário do trabalhador de uma empresa privada, o funcionário público tem a possibilidade de, em datas predeterminadas, votar pelo despedimento do patrão que não o satisfaça. Mas isto, curiosamente, nunca entra nas contas do tal "princípio da igualdade".

 

O "princípio da igualdade" encalhado na Constituição e tão galhardamente defendido agora pelos senhores juízes do TC é, conforme as conveniências, uma manta curta.

link do postPor João Sousa, às 12:55  comentar

A colunista Bárbara Reis escreveu ontem, no Público, isto. A determinada altura da sua oração aos deuses do Palácio Ratton, enumera 15 considerações que Passos Coelho teceu acerca do acordão do TC. A pergunta que se impõe é: alguma dessas considerações é falsa?

link do postPor António Pinto, às 10:05  comentar

 
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