A sério que sim
24.7.13

 

Tardou, mas ela aí está: a opinião verborraica e dispensável do pequeno homem que convenceu o ex-querido líder a solicitar ajuda externa em 2011, o neolítico Soares.

link do postPor António Pinto, às 09:51  comentar

22.7.13

O PS tem "dúvidas fundadas" de que está sob escuta. Por outras palavras, o PS "duvida com fundamento" que esteja a ser escutado. E aqui está um soundbyte criado por analfabetos funcionais.

 

Quem quereria escutar o PS se este, politicamente, não tem nada para ser escutado? Só por puro masoquismo é que alguém passaria horas a fio, de auscultadores na cabeça, a ouvir as nulidades de Seguro e companhia. Seria múltiplas vezes mais interessante - gravar um feijoeiro a crescer.

tags: , ,
link do postPor João Sousa, às 10:08  comentar

17.7.13

O Jornal de Notícias do amigo Oliveira no seu melhor:

Sendo o JN do amigo Oliveira dirigido por Manuel Tavares, um especialista em fazer o revisionismo da nossa História recente, não fico demasiado admirado.

link do postPor João Sousa, às 13:24  comentar

16.7.13

O Diário Económico informa:


A Câmara de Lisboa, presidida por António Costa, avançou com um recurso para o Tribunal Constitucional para travar sentenças judiciais que obrigam à divulgação de um documento interno da autarquia intitulado "Obras Públicas Municipais - Sobre o Estado da Arte", elaborado em 2011 pelo vereador Fernando Nunes da Silva, eleito pelo movimento Cidadãos por Lisboa", noticia hoje o jornal "Público".


O documento em causa, apenas revelado parcialmente, foi inicialmente remetido à Comissão para a Promoção das Boas Práticas da Câmara de Lisboa e apontava falhas às práticas de contratação de empreitadas em vigor nos serviços da autarquia, nomeadamente número reduzido de concursos públicos face aos ajustes directos.


(...) A câmara avançou agora para o Constitucional por considerar, segundo o "Público", que a obrigatoriedade de divulgar este tipo de documentos "abre caminho a que todas as decisões políticas e documentos que as corporizam fiquem sujeitas ao escrutínio público e, eventualmente, judicial, o que irá conduzir, inevitavelmente, à diminuição/perda da autonomia que deve caracterizar o exercício do poder político".


A câmara em abstracto, e António Costa em concreto, acham que as decisões políticas e documentos que as corporizam serem sujeitos ao escrutínio público é algo a evitar. Parecem julgar, em suma, que a transparência na administração da coisa pública é um perigo para a democracia.

link do postPor João Sousa, às 15:06  ver comentários (1) comentar

15.7.13

Quando eu vejo campeões da Democracia, da Transparência e dos Direitos Humanos, como Assange e Snowden, refugiarem-se da ditadura dos EUA em oásis de democracia e liberdade de expressão como são a Rússia de Putin, a Bolívia de Morales ou o Equador de Correa, só me ocorre a palavra... bolas, agora esqueci-me... começa por h... já me lembrei: hipocrisia.

link do postPor João Sousa, às 14:32  comentar

12.7.13

O que aconteceu ontem no Parlamento é mais uma evidência de que a Esquerda radical, que fala amiúde em "debate" e arvora a pose pedante dos "campeões da democracia", não tem qualquer interesse no debate e só reconhece uma democracia quando está no poder - mesmo que tenha chegado lá sem eleições.

 

As atitudes desta Esquerda são de rufia; os argumentos, pela boca de Ana Avoila e Mário Nogueira, de esgoto. Esta Esquerda só se sente bem a fuçar no chiqueiro.

tags:
link do postPor João Sousa, às 16:05  comentar

11.7.13

Cafeína, João?!

link do postPor António Pinto, às 16:21  comentar

Mais soareira do que o velho Soares, mais galambeira do que Galamba, mais pereireira do que Pacheco Pereira, vejo todos os dias Constança Cunha e Sá na TVI24 a bolsar, espasmodicamente, o seu ódio pelo PSD, PP e Cavaco Silva. Não questiono isto. Estamos num país livre e a senhora, visivelmente afectada pela cafeína em excesso, tem a sorte de ser paga para difundir publicamente as suas alucinações em forma de comentário político.

 

Aquilo que eu questiono é outra coisa: é ver no mesmo canal, pouco depois de uma das suas performances, a mesma dona Constança a "moderar" um painel de comentadores sobre a mesma temática. Não haverá algum bom-senso na TVI? Estaria eu disposto a entrar num debate sobre imigração - se soubesse que a moderadora seria Marine Le Pen?

link do postPor João Sousa, às 15:07  comentar

 

Esta crise política começa a parecer um enredo de uma novela mexicana, daquelas que preenchiam as grelhas vespertinas das nossas televisões há uns 15 anos atrás. Com intrigas, revelações e traições mal dissimuladas, os ingredientes estão todos lá. 

 

Não me parece que Cavaco tenha evidenciado uma visão desproporcionada dos seus poderes, como já ouvi, e também não me parece que seja suficientemente ingénuo ao ponto de acreditar que o acordo por si proposto seja viável, como também já ouvi. Cavaco entrou neste enredo e encostou o PS à parede. Com sacrifício da imagem deste Governo, talvez merecido, o Presidente da República propôs uma solução que, até aqui, só tinha conhecido o firme desacordo público das hostes socialistas. É, no entanto, a solução mais popular. Seguro, que tem procurado capitalizar o desgaste alheio recorrendo ao seu marasmo genético, vê-se na contingência de escolher: ou fica de fora, mal visto pelo povo e pelas instituições europeias, ou aceita esta solução, e perde o discurso que tem alinhavado para as próximas eleições, sejam estas quando forem.

 

Duas notas reforçam a minha argumentação: ao contrário do que se tem lido por aí, Cavaco não sugeriu eleições em Junho de 2014. Sugeriu a negociação de um calendário que implique eleições a partir de Junho de 2014, o que é completamente diferente. Por outro lado, deixou no ar a ideia de que, caso este cenário falhasse (e é neste cavalo que o PR aposta), há um Governo em funções, perfeitamente legitimado.

 

Imagino assessores socialistas a tentar arrancar Seguro, forçado a agir, de debaixo de uma secretária, num qualquer gabinete do Largo do Rato.

link do postPor António Pinto, às 10:09  comentar

8.7.13

José Sócrates, que chegou ao (e saiu do) governo cheio de tiques de superioridade de quem achava ter as soluções perfeitas, disse ontem que Vitor Gaspar chegou ao governo "cheio de tiques de superioridade de quem acha que tem as soluções perfeitas". Como eu não vejo o seu exercício semanal de impudência, não consigo perceber se aquilo é uma censura ou um elogio...

 

José Sócrates disse também, e consta que sem ter tido pelo menos a delicadeza de corar, que Paulo Portas "perdeu aquilo que é mais precioso num político: a fidelidade às palavras dadas". José Sócrates dizer isto e o/a jornalista que está à sua frente não rebolar de riso é (mais) um sinal do respeitinho que o nosso pobre jornalismo mantém por esta figura.

link do postPor João Sousa, às 16:06  comentar

 
subscrever feeds
Statcounter
blogs SAPO