A sério que sim
28.4.14

Sobre Vasco Graça Moura, pessoa por quem eu tinha bastante simpatia, Maria Teresa Horta, ao lamentar a morte do amigo, disse que sempre considerou "inexplicável que um homem como o Vasco fosse de Direita". Para ela, "era contranatura"

 

Já eu, ao ler coisas destas, não conseguiria imaginar de Maria Teresa Horta outra coisa que não ser de Esquerda.

link do postPor João Sousa, às 12:58  comentar

27.4.14

Estreou, na passada Quinta-Feira, o filme "Marretas Procuram-se".


[Foto: La Nación]

Na Sexta-Feira, no Largo do Carmo, o filme ter-se-á chamado "Marretas encontram-se".

link do postPor João Sousa, às 09:53  comentar

25.4.14

João, deixa o homenzito em paz. A boca não lhe foge só para a verdade, já lhe foge para todo o lado...

link do postPor António Pinto, às 19:05  comentar

24.4.14

E a boca lá lhe fugiu para a verdade.

 

O ancestral Soares, em mais uma intervenção pública da nova brigada dos reumáticos (em Salão Nobre, claro, pois os seus cansados arcaboiços já não se dão bem com o buliço da populaça), diz que é preciso derrubar este governo - não há mais nada a fazer:

 

À questão 'e agora?', Mário Soares retorquiu: “Agora é preciso derrubar este Governo, a resposta é muito simples. Estou a falar muitíssimo a sério. Não há mais nada a fazer.

 

Gosto desta ideia: o antepassado Soares, invocado por tanta gente como "o pai da nossa democracia", quer deitar abaixo um governo legitimamente eleito e que, daqui a uns tempos, será sujeito a eleições, com o argumento de que "Eles fingem que são democratas mas querem um 25 de Abril a fingir".

 

O velho Soares também diz que, por causa deste governo, já não temos SNS, estado social nem direitos do homem. Direitos do Homem! Soares não faz por menos.

 

Por isto é que digo que a boca lhe fugiu para a verdade. O senecto Soares rematou dizendo que “É indispensável acabar com este regime o mais depressa possível". Como se pode ver, o nosso regime não é do agrado de Soares - é demasiado democrata.

link do postPor João Sousa, às 10:40  comentar

- Sr. guarda, venho reportar um crime de que estou a ser alvo.

 

- Muito bem - senta, com um suspiro de alívio, o volumoso traseiro na cadeira e começa a escrever no computador, com dois dedos, à razão de quatro letras por minuto. - Qual é o crime?

 

- Estou a ser sujeito a chantagem.

 

- Chantagem? E pode identificar o chantagista?

 

- Sim: todos vocês.

link do postPor João Sousa, às 08:06  comentar

17.4.14

Se António José Seguro, que se pendurou em Hollande como o emplastro, tivesse um vestígio de vergonha na cara, estaria neste momento a cavar um buraco para se fechar nele durante um par de anos. A França, epicentro dos tais ventos de mudança anunciados pelo velho Soares desde a eleição de Hollande, o homem-providencial que iria colocar a sra. Merkel na ordem e transportar-nos para um futuro de leite e mel, afastados da austeridade e a crescer com a fúria de um feijoeiro, prepara-se para… congelar salários, pensões e fazer múltiplos cortes nas despesas sociais.

 

Na verdade, o único leite e mel que Hollande trouxe - terá sido para o seu pequeno-almoço nas casas das amantes.

link do postPor João Sousa, às 13:07  comentar

10.4.14

Mas Alegre disse mais: disse que por causa do pesadelo da austeridade, "o mal está aí outra vez".

 

Manuel Alegre, em declarações à Renascença, a
falar sobre os perigosos neoliberais que nos governam

link do postPor João Sousa, às 10:12  comentar

Manuel Alegre diz à Renascença que, quarenta anos depois do 25 de Abril, Portugal é um país que precisa de "resistência". Não! Céus, não! Não lhes dês ideias, Manuel! A última coisa de que precisamos é de mais Resistência!

link do postPor João Sousa, às 10:07  comentar

9.4.14

O PS, partido que garante saber como equilibrar as nossas contas, pagou 4 milhões de euros por ajuste directo à empresa de um ex-funcionário. Sejamos justos: este facto reporta-se ao período 2009/11, altura do consulado socrático. Mas não deixa de ser sintomático: o PS garante que sabe como equilibrar as nossas contas - para cujo desequilíbrio contribuiu com o pagamento de 4 milhões de euros, em três anos, a uma empresa de organização de eventos, assessoria e estudos de imagem cuja presença na Internet, tanto quanto consigo descobrir, se resume a páginas paupérrimas no Facebook e no Google+.

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link do postPor João Sousa, às 13:09  comentar

 
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