A sério que sim
30.5.14

António José Seguro acha que a moção de censura que o PCP vai apresentar na Assembleia da República é um frete ao Governo. Por isso, esteve ausente durante o seu debate. E também por isso - deu orientação de voto a seu favor.

 

No fundo, no fundo, isto deve ter a sua lógica - simplesmente está tão escuro lá que não a consigo ver.

link do postPor João Sousa, às 13:07  comentar

29.5.14

 

Eles aí estão: os cães de fila socialistas. Correm, desenfreados, de olhos vítreos e com baba a disparar em todas as direções. O alvo da sua fúria: o inofensivo Seguro. 

 

Escrevi aqui, no início de 2013, que era muito previsível que isto acontecesse. Demorou, confesso, mais tempo do que estava à espera.

 

Seguro pôs-se a jeito: desligado da realidade e das pessoas, monocórdico e enfadonho, rejubilando para as câmaras após a insignificante vitória de domingo. Seguro não tem argumentos, não tem projecto e não apresenta resultados (acredito que, face a partidos que suportam um Governo que impôs as medidas que este impôs ao longo dos últimos anos, até um saco de plástico conseguiria cavar uma diferença superior aos magros 3,5% alcançados por Seguro). O programa de "governo" que apresentou foi uma patetice. Ao associar estas eleições às legislativas, pôs as fichas todas em cima da mesa e os (poucos) eleitores que votaram mandaram-no para casa descalço.

 

Milagrosamente, é possível que se safe. Não pelas suas competências políticas, quiçá menos desenvolvidas que as de Manuela Ferreira Leite (muito mais acutilante na sua oposição ao Governo), mas talvez pelas fracturas estruturais que existem dentro do PS e que promovem o aparecimento de anti-corpos sempre que alguém se levanta do outro lado da trincheira. Veremos.

 

Para já, chamo a atenção para a assustadora lista de apoiantes de Costa: Vieira da Silva, Santos Silva, Sérgio Sousa Pinto, José Lello, Marcos Perestrelo, Pedro Nuno Não Pagamos! Santos, Capoulas Santos, Edite Estrela e João Galamba, entre outros "notáveis".

 

Isto não é uma lista de apoiantes, é o elenco de um remake manhoso do "Império Contra-Ataca". Imagine-se quem será o Darth Vader desta fita...

link do postPor António Pinto, às 10:08  ver comentários (1) comentar

28.5.14

Não consigo deixar de sorrir com estas pequenas ironias. Os socialistas, cujo slogan era Mudança! - preparam-se para mudar o seu líder. Já o Bloco de Esquerda, cujo slogan era De pé! - ficou praticamente apeado do parlamento europeu.

link do postPor João Sousa, às 12:42  comentar

23.5.14

Diz-se comummente que a actual classe política afasta os eleitores. Não é o meu caso. António José Seguro, por exemplo, ao atravessar uma campanha para o parlamento europeu sem lançar uma ideia que seja sobre a Europa, contribuiu fortemente para me convencer a, neste Domingo, não me abster - e votar num qualquer partido que não o dele.

link do postPor João Sousa, às 23:03  comentar

20.5.14

Juros da dívida continuam a descer em todos os prazos. Sim, PS, é a hora de mudar: a situação do país, mantendo-se este rumo, torna-se insustentável.

link do postPor João Sousa, às 13:43  comentar

O Museu do Brinquedo, em Sintra, vai fechar. A Fundação Arbués Moreira, responsável por ele, afirmou que não é possível assegurar a sua sustentabilidade financeira pois, vivendo muito da bilheteira, o museu apenas teve 7000 visitantes nos primeiros quatro meses deste ano, contra 8200 em igual período no ano passado.

 

7000 visitantes entre Janeiro e Abril deste ano. Fixemos este número.

 

A ANA, ao avaliar os primeiros três anos de vida do aeroporto de Beja, considerou-o "positivo". Segundo números da própria ANA, o aeroporto de Beja teve 2281 passageiros em 2011, 2011 passageiros em 2012 e 2332 passageiros em 2013. Façamos a conta:

 

2281 + 2011 + 2332 = 6624

 

O Museu do Brinquedo teve mais utilizadores em quatro meses do que o aeroporto de Beja em três anos. O Museu é considerado financeiramente insustentável por quem o gere; o aeroporto de Beja é considerado "positivo" por quem o gere.

link do postPor João Sousa, às 12:41  comentar

19.5.14

Cada vez mais a CNE se está a tornar uma espécie de ASAE das eleições.

 

A bem de uma suposta igualdade de tratamento, conseguiu que as televisões não cobrissem a campanha; aplica multas ao Facebook por causa da publicidade paga; e diz que vai manter as redes sociais sob o seu olhar de lince, para garantir o escrupuloso cumprimento do dia de reflexão. A CNE dá a impressão de se querer lançar, com fúria militar, sobre um qualquer anónimo que, no Domingo, diga ao seu grupo de "amigos" que é preciso ir votar para "derrotar o fascismo". Se assim for, é consistente: em 2011, enviou ao Ministério Público uma queixa contra Garcia Pereira por umas declarações que este terá proferido depois de votar.

 

Já em 2009, quando o velho Soares apelou, explicitamente e em directo e diferido, ao voto no seu filho para a Câmara de Sintra, a CNE afirmou que "este crime pode ser punido com uma pena de prisão até seis meses ou uma multa até 60 dias". Percorri meio Google à procura de uma notícia sobre a multa que o decano Soares (pelos vistos não) pagou, ou um qualquer título sobre o processo que a CNE (pelos vistos não) moveu contra ele. Tanto quando consegui descobrir, à ilegalidade reincidente do dinossauro Soares, a CNE respondeu - fazendo beicinho.

link do postPor João Sousa, às 11:19  comentar

14.5.14

 

A piada é tão fácil que nem vou fazê-la...

link do postPor António Pinto, às 16:38  comentar

13.5.14

 

... e Guterres, finalmente, lá revelou o segredo mais mal disfarçado da História dos Segredos: que está danadinho para se candidatar às próximas presidenciais. Alguém tinha dúvidas?

link do postPor João Sousa, às 18:32  comentar

 

Sinceramente, não entendo a polémica criada em torno da vitória de Conchita Wurst no Festival da Eurovisão.

 

Pessoalmente, acho a personagem aberrante. No entanto, não creio que a finalidade da competição seja avaliar preceitos estéticos. Se o objectivo último é avaliar e premiar talento, então o intérprete até pode ser alguém tão medonho como Ana Gomes que, para além de barba, é senhora de uma portentosa queixada.

 

Entretanto, no Império Russo, os camaradas comunistas brindam-nos com mais uma pérola democrática

 

O deputado comunista Valeri Rachkine apelou às autoridades russas para abandonarem o concurso da Eurovisão e organizarem uma competição paralela, que seria designada como "Vozes da Euro-Ásia".

Tudo está bem quando acaba bem.

link do postPor António Pinto, às 15:52  comentar

 
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