A sério que sim

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Não vi ontem nenhum dos festejos e cerimónias alusivos ao 25 de Abril porque estava a trabalhar. É uma metáfora: eles festejam - mas nós é que lhes pagamos a festa.

link do postPor João Sousa, às 08:24  comentar

25.4.16

Anda tudo numa roda-viva a questionar se Marcelo leva ou não um cravo, e onde: na lapela? No bolso? Na mão? Por mim, Marcelo até o pode levar atrás da orelha. Marcelo fará aquilo que lhe der mais simpatias mediáticas e políticas, agora como sempre. Francamente, a única coisa que me consola é saber que no lugar de Marcelo não está um palerma útil como Sampaio da Nóvoa ou uma alucinada como Marisa Matias (porque dos outros nem reza a História).

link do postPor João Sousa, às 07:53  ver comentários (1) comentar

21.4.16

Em menos de 10 palavras, o PCP desmonta o ridículo bloquista no assunto Cartão de Cidadão: "não é uma questão de género mas de gramática".

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link do postPor João Sousa, às 13:07  comentar

20.4.16

Os rapazes e as raparigas do Bloco de Esquerda, há muito sem "causas e desígnios fracturantes" razoáveis, vieram agora para a praça pública/terreiro público exigir a criação de uma novilíngua ou um novidioma: mudar o nome do Cartão de Cidadão porque é "sexista".  O ministro-adjunto Eduardo Cabrita, ao saber disto, saltou da cadeira onde repousava a sua corpulência - e de pronto acocorou-se.

 

Permitam-me não ser sexista ao afirmar que as raparigas e rapazes do Bloco de Esquerda - não passam de imbecis e palermas (ambas palavras/ambos vocábulos sem género definido para não chocar as alminhas/os espíritos das raparigas e dos rapazes do Bloco de Esquerda).

link do postPor João Sousa, às 10:43  comentar

19.4.16

O governo propõe-se reduzir, à experiência, o imposto sobre os combustíveis em alguns concelhos perto da fronteira com Espanha. Ainda não vi nenhum dos apoiantes desta traquitana em forma de governo argumentar com a (antes) tão querida constitucionalidade.

link do postPor João Sousa, às 11:27  comentar

Como homem, sinto-me aviltado pelo nome da cidade onde vivo.

 

Lisboa é um nome claramente sexista! Como cidade moderna e desenvolvida que é, não deveria ter um nome que discrimina cerca de metade da sua população. Se calhar é melhor mudar.

link do postPor António Pinto, às 09:41  comentar

Costa negociou com os "lesados" do BES sem que o eleitor faça a mais pequena ideia do que foi combinado e acha-o perfeitamente normal; Costa chamou um amigo para intermediar negociações em nome do Estado (amigo esse com ligações profissionais e negociais que sugerem, no mínimo, conflito de interesses) sem haver sequer um contrato para eleitor ver e acha-o perfeitamente normal; Costa fez uma lei à medida para um caso particular, combinou com Marcelo reter a promulgação enquanto as partes no BPI tentavam um acordo e acha-o perfeitamente normal.

 

Fosse isto num governo da chamada "Direita" e era ver o nosso jornalismo a esganiçar-se de indignação. Sendo Costa um homem "de esquerda"... tudo isto são peanuts que não sairão dos rodapés.

link do postPor João Sousa, às 09:03  comentar

18.4.16

Não, António, para a esquerdinha a legitimidade do "recurso a um instrumento constitucionalmente previsto para derrubar uma força política eleita nas urnas" não depende do lado do Atlântico em que está a força a ser derrubada - depende, sim, do lado do espectro político em que tal força está.

link do postPor João Sousa, às 21:01  comentar

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A propósito do impeachment brasileiro, que vai permitir ao povo livrar-se de uma presidente arrogante, incompetente e corrupta, tenho assinalado a insurgência de eminentes figuras da esquerda portuguesa.

 

Parece que a história do recurso a um instrumento constitucionalmente previsto para derrubar uma força política eleita nas urnas só vale deste lado do Atlântico. 

link do postPor António Pinto, às 16:19  comentar

 
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