A sério que sim
26.1.18

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Isto é 2009/2011 repetido, não como tragédia mas como farsa. Este povo que não se governa nem se deixa governar pensa que se persistir nas mesmas asneiras, alguma vez a realidade há-de dar, talvez por cansaço, um resultado diferente.

link do postPor João Sousa, às 13:35  comentar

23.1.18

João Abel de Freitas, economista (o que quer que isso signifique hoje em dia) que publica regularmente no Jornal Económico, diz-se apreensivo. Apreensivo, diz-se ele, pelo destino dos CTT e da TAP privatizados (curiosamente, não se diz apreensivo por um sistema de Saúde e por uma Educação em pantanas consequência das cativações públicas). O problema (bom, um dos muitos problemas) de todo aquele longuíssimo texto ideológico de João Abel de Freitas é que parte logo de uma falácia repetida até à náusea pelos esquerdistas:

"O governo anterior privatizou os CTT, contra tudo o que era inteligente, actuando apenas numa base ideológica, camuflando-a de eficiência económica e de melhoria de serviços. Na realidade, havia uma fome de privatização."

Eu sei perfeitamente que um esquerdista nunca se desdiz perante essa coisa menor chamada "factos", mas aqui vai um excerto de uma notícia publicada em Maio de 2011 (ainda era governo o PS de Sócrates que tinha acabado de assinar o acordo com a troika):

"Plano prevê receitas de 5,5 mil milhões em privatizações. Da lista de empresas a vender estão a já previstas pelo Governo: ANA, TAP, CP Carga, Galp, EDP, REN, CTT, Caixa Seguros e algumas participadas do Estado de menor dimensão"

Uma mentira dita mil vezes nunca se tornaria verdade - se houvesse uma comunicação social realmente preocupada com a verdade.

link do postPor João Sousa, às 10:21  comentar

 
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