A sério que sim
2.5.12

Nunca nutri particular simpatia por Marinho Pinto, que sempre considerei um rufia. Vaidoso e boçal, unicamente interessado na promoção da sua agenda particular, usa e abusa da sua visibilidade para defender causas (Sócrates vem-me à memória) que aborda enquanto representante de uma classe profissional - quando as devia assumir apenas como cidadão-político.

Concordo, portanto, com José Miguel Júdice quando ele diz, entre outras coisas, que Marinho Pinto "ultrapassou todos os limites da boa educação" e que o objectivo do actual bastonário é a visibilidade pessoal.

 

E se eu já não gostava de Marinho Pinto, colocar-me de acordo com José Miguel Júdice (uma das eminências escorregadias que tem engordado os cofres à conta da sua promiscuidade com o poder político) só fez aumentar a minha antipatia pela figurinha bastonária.

link do postPor João Sousa, às 10:15  comentar

 
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