A sério que sim
17.7.12

A enorme manifestação anti-Relvas, que nasceu nas redes sociais e que, pelos vistos, por lá se ficou, juntou apenas 500 revolucionários. Dos mais de 3 mil que haviam confirmado a sua presença via Facebook, cerca de 2500 não chegou a perceber que o ajuntamento iria ocorrer fora do mundo virtual. 

 

Este mega-movimento, gerado por quem não tem nada que fazer e alimentado por interesses jornalísticos com quem Relvas ousou meter-se, foi uma montanha que pariu um rato. Fico satisfeito, não por nutrir particular simpatia por Miguel Relvas, mas por verificar que a estratégia dos media de tentar derrubar uma figura, seja ela qual for, através do enxovalho barato e à custa desse enorme guarda-chuva chamado jornalismo de investigação, não pega por estas bandas. Gostava que me esclarecessem: quem faz isto é melhor do que Relvas?

 

A manifestação convocada por Miguel Gonçalves Mendes (o realizador do documentário acerca de Saramago e da mulher que lhe escrevia os livros, Pilar), claramente apartidária, pois claro, foi tratada pelo comum dos mortais com a vénia do desprezo. Esteve lá, no entanto, Manuela Moura Guedes, seguramente saudosa dos tempos de liberdade de expressão do sultanato socrático.

link do postPor António Pinto, às 12:17  comentar

 
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