A sério que sim
5.12.12

Como qualquer produto cujo prazo de validade expirou há muito, Mário Soares já devia ter sido retirado da circulação pública.

 

Fui questionado sobre o porquê de não ter comentado as recentes actuações do velho Soares. A razão é simples de explicar: ao contrário do que acontece ou sempre aconteceu com este, eu tenho necessidade de trabalhar para sobreviver. Numa impressionante (e lamentável) demonstração de vitalidade para alguém com a sua idade, o antigo Soares fez de comentar as suas manifestações de pulhice - um trabalho a tempo inteiro. O que explica a caterva de jornalistas que o segue em procissão.

 

Mas tenho-o visto e lido. Principalmente lido. Li a famosa carta-aberta, que se pressente composta pelo próprio dinossauro de tão pobre é o vocabulário que já vai minguando. E, principalmente, li a mais recente homilia publicada no DN.

 

Sobre ele e esta, Duarte Marques, líder da JSD, afirmou:

 

"Em Portugal, a Mário Soares parece que tudo se perdoa, mas há limites para a estupidez."

 

Admitamos que Einstein estava errado, que eu estou errado e que Duarte Marques está certo. O problema é que mesmo havendo um limite para a estupidez humana, o que não há certamente é um limite para a vileza do obsoleto Soares - em si, a própria definição do infinito. Por isso, eu acho que Duarte Marques foi muito contido. Se eu estivesse no seu lugar, teria dito

 

"Em Portugal, a Mário Soares parece que tudo se perdoa, mas devia haver limites para a filha-putice".

link do postPor João Sousa, às 09:56  comentar

 
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