A sério que sim
20.1.13

O Calvin escrevia "Máquina do Tempo" numa caixa de cartão e esta tornava-se numa máquina do tempo; escrevia na caixa "Duplicador" e ela tornava-se num dispositivo de clonagem. É assim a imaginação das crianças - e é também assim a imaginação de António José Seguro.

 

Seguro passou eras "exigindo" crescimento ao Governo - por certamente pensar que bastava fazer um gráfico a subir para a realidade, por artes mágicas, o imitar. Depois "exigiu" emprego, como se bastasse imaginar empregos para estes aparecerem. Agora, pede uma maioria absoluta - como se apenas fosse necessário dizê-lo nos jornais para as pessoas deixarem de rir dele.

 

Seguro quer uma maioria absoluta para administrar o país. O problema para ele (espero eu!) é que, apesar de tudo, o português ainda se recorda do que foi o desgoverno socialista e do que é a completa falta de estratégia de Seguro - e não lhe dará nem uma maioria relativa para administrar o prédio.

tags: ,
link do postPor João Sousa, às 23:06  comentar

 
subscrever feeds
Statcounter
blogs SAPO