A sério que sim
3.3.13

O pequeno e nada augusto César dos Açores veio dizer que:

 

"(...) o PS ainda não concretizou o grande desafio de "corporizar" o descontentamento dos portugueses, que se viu este Sábado nas ruas do país (...)"

 

Um dos rostos do grupo socialista que enterrou o país quer, agora, aproveitar-se do descontentamento que esse enterro gerou. É um pouco como o incendiário que ateia fogo a uma mata e depois se excita a vê-la arder. E é este César que alguns, aparentemente a sério, gostariam de ver assumir um papel importante no PS nacional.

 

Pudor, como é de ver, não tem nenhum; nesse aspecto, parece cumprir os requisitos para um grande futuro no gangue. Mas na minha opinião, se alguma vez os socialistas considerassem - seriamente - eleger este César para secretário-geral do partido, mais valia fecharem-se à chave na sede e mudarem-lhe o nome para Hospício do Rato.

O optimismo não é a minha qualidade mais evidente. Mesmo assim, eu gosto de acreditar que, se o PS não está a capitalizar mais do descontentamento dos portugueses, é porque estes ainda se vão lembrando de que, dos quinze anos que antecederam a chegada da Troika, 80% desse tempo foi sob governos socialistas.

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link do postPor João Sousa, às 15:55  comentar

 
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