A sério que sim
13.5.14

 

Sinceramente, não entendo a polémica criada em torno da vitória de Conchita Wurst no Festival da Eurovisão.

 

Pessoalmente, acho a personagem aberrante. No entanto, não creio que a finalidade da competição seja avaliar preceitos estéticos. Se o objectivo último é avaliar e premiar talento, então o intérprete até pode ser alguém tão medonho como Ana Gomes que, para além de barba, é senhora de uma portentosa queixada.

 

Entretanto, no Império Russo, os camaradas comunistas brindam-nos com mais uma pérola democrática

 

O deputado comunista Valeri Rachkine apelou às autoridades russas para abandonarem o concurso da Eurovisão e organizarem uma competição paralela, que seria designada como "Vozes da Euro-Ásia".

Tudo está bem quando acaba bem.

link do postPor António Pinto, às 15:52  comentar

 
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