A sério que sim
29.5.14

 

Eles aí estão: os cães de fila socialistas. Correm, desenfreados, de olhos vítreos e com baba a disparar em todas as direções. O alvo da sua fúria: o inofensivo Seguro. 

 

Escrevi aqui, no início de 2013, que era muito previsível que isto acontecesse. Demorou, confesso, mais tempo do que estava à espera.

 

Seguro pôs-se a jeito: desligado da realidade e das pessoas, monocórdico e enfadonho, rejubilando para as câmaras após a insignificante vitória de domingo. Seguro não tem argumentos, não tem projecto e não apresenta resultados (acredito que, face a partidos que suportam um Governo que impôs as medidas que este impôs ao longo dos últimos anos, até um saco de plástico conseguiria cavar uma diferença superior aos magros 3,5% alcançados por Seguro). O programa de "governo" que apresentou foi uma patetice. Ao associar estas eleições às legislativas, pôs as fichas todas em cima da mesa e os (poucos) eleitores que votaram mandaram-no para casa descalço.

 

Milagrosamente, é possível que se safe. Não pelas suas competências políticas, quiçá menos desenvolvidas que as de Manuela Ferreira Leite (muito mais acutilante na sua oposição ao Governo), mas talvez pelas fracturas estruturais que existem dentro do PS e que promovem o aparecimento de anti-corpos sempre que alguém se levanta do outro lado da trincheira. Veremos.

 

Para já, chamo a atenção para a assustadora lista de apoiantes de Costa: Vieira da Silva, Santos Silva, Sérgio Sousa Pinto, José Lello, Marcos Perestrelo, Pedro Nuno Não Pagamos! Santos, Capoulas Santos, Edite Estrela e João Galamba, entre outros "notáveis".

 

Isto não é uma lista de apoiantes, é o elenco de um remake manhoso do "Império Contra-Ataca". Imagine-se quem será o Darth Vader desta fita...

link do postPor António Pinto, às 10:08  comentar

De Manuel Pinto a 29 de Junho de 2014 às 14:41
É natural este levantamento dos "notáveis" contra Seguro. Só estão a tentar protejer os seus interesses e poder de influência.
A questão é que não pensam no País!
Os partidos estão gastos, temos que fazer surgir outros dirigentes com sentido de Estado.
... E até podemos começar pelos orgãos autárquicos.

 
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