A sério que sim
19.11.15

gnr_gomes.JPG

 Ana Gomes, claro. Parece que "alguém" anda a incorporar o espírito do velho Soares.

link do postPor João Sousa, às 12:16  comentar

14.11.15

 

"Alguém confronta o PR com a necessidade urgente de termos governo que governe também por causa da ameaça terrorista?"

(Ana Gomes no Twitter)

 

Ana Gomes, claro. A mesma Ana Gomes que em Janeiro, quando do ataque ao Charlie Hebdo, tuitou que o terrorismo era resultado da austeridade, usa agora a tragédia de Paris como aríete para insistir numa rápida decisão de Cavaco Silva a favor do putativo governo de Costa. Se, em Janeiro, alguém que não conhecesse o seu palmarés poderia benevolamente pensar que a voluntariedade da criatura a impedia de ponderar aquilo que escrevia, esta reincidência na chafurda só permite concluir que a coisa é isto mesmo: boçal e sem escrúpulos para usar a tragédia alheia como argumentário na luta partidária.

 

Adenda: gosto sempre de ver como o aroma do poder muda as convicções pessoais de alguma gente. A mesma Ana Gomes que, perante o vergonhoso resultado de Costa nas legislativas, lacrimejava o seu estado de choque e exigia reflexão, sente agora urgência numa putativa entronização do mesmíssimo Costa que obteve tal resultado.

link do postPor João Sousa, às 11:57  comentar

4.10.15

Ana Gomes, no limiar das lágrimas, diz-se em "estado de choque". Curiosamente, a última vez que me recordo de ouvir um socialista afirmar-se "chocado" com uma derrota eleitoral foi Guterres após a vitória de Cavaco Silva sobre Sampaio - e com isso ditou o fim deste à frente do PS.

link do postPor João Sousa, às 20:25  comentar

10.1.15

Ana Gomes escreveu para quem a quis ler, e disse para quem a quis ouvir, que

 

"o terrorismo é uma consequência da austeridade".

 

Não, Ana Gomes. O terrorismo é tão consequência da austeridade como os assassínios de Ted Bundy foram consequência da emancipação feminina.

 

Não, Ana Gomes, o terrorismo não é consequência da austeridade. O terrorismo é consequência de haver uns quantos que, ainda vivendo na Idade Média, defendem um modelo de sociedade absolutamente retrógado, baseado numa interpretação deturpada das suas escrituras religiosas e que, por fanatismo, se sentem autorizados a abater todos aqueles que não as partilham. Uma sociedade que não convive com a diferença e onde o conceito de livre arbítrio não existe. Uma sociedade onde, por exemplo, Ana Gomes, apenas por ter nascido mulher, seria forçada a cobrir-se da cabeça aos pés para sair de casa e impedida de emitir uma opinião ou até de aprender a ler.

 

Eu tenho um problema com Ana Gomes e não é por ser, na opinião de alguns, uma mulher sem papas na língua. O meu problema não é Ana Gomes dizer o que pensa - é ela, amiúde, falar sem pensar, descambar para o populismo, politiquice rasca ou a pura mentira. O terrorismo não é consequência da austeridade - mas o terrorismo verbal de Ana Gomes é óbvia consequência da sua imbecilidade.

link do postPor João Sousa, às 17:42  comentar

30.5.13

 

Surge hoje a notícia de que a União Europeia vai investigar Passos Coelho, Relvas e a Tecnoforma, tudo motivado por uma queixa de Ana Gomes.

 

Ponto prévio: concordo com o apuramento de responsabilidades em processos menos claros, independentemente do quadrante político dos intervenientes.

 

Posto isto, parece-me irónico que a queixa tenha partido desta máscula eurodeputada. Ana Gomes esteve com a sua frondosa queixada bem presente enquanto o ex-querido líder, agora reduzido à condição de comentadeiro da estação pública, e respectivos apaniguados transformavam Portugal num tipo de faroeste sem lei. Apesar de fazer parte de um tipo de oposição interna ao sultanato de Sócrates no PS e de ter sido comparada a um "rottweiler à solta" por um dos elementos do seu gabinete, não consta que tenha sido levantada qualquer investigação a Sócrates por iniciativa da senhora.

 

Numa outra perspectiva, finalmente surge uma notícia acerca de Relvas após a sua saída do Governo. Todo este silêncio mediático poderia levar uma qualquer mente paranóica a assumir que houve uma acção concertada para o afastar. Longe de nós pensar que algo deste género se pode passar aqui no rectângulo.

 

link do postPor António Pinto, às 12:15  comentar


 
subscrever feeds
Statcounter
blogs SAPO