A sério que sim
28.1.16

Bruxelas desmente as previsões da dupla maravilha Costa&Centeno e afirma que o défice português irá chegar aos 3,4%. Eu acho que Bruxelas está a ser extremamente optimista.

link do postPor João Sousa, às 17:28  comentar

16.10.15

Costa, honra lhe seja feita, conseguiu múltiplos impossíveis: perdeu uma eleição que estava ganha à partida; pode vir a formar um governo - após fortemente derrotado nas urnas - mercê de uma leitura literal das leis que, até hoje, por cortesia nunca foi feita; e, mais impressionante, coloca o PS à beira do poder e, POR ISSO, transforma-o num autêntico saco de gatos.

link do postPor João Sousa, às 20:58  comentar

9.10.15

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Costa levou homem das contas para a reunião com a coligação... Acredito que alguém da coligação tenha tido o bom senso de sentar o homem das contas num canto a brincar com plasticinas e lápis de cera!

link do postPor António Pinto, às 11:54  comentar

8.10.15

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Acredito que Costa esteja ainda aturdido com o resultado das eleições, tão aturdido que está a demorar a compreender que as perdeu...

link do postPor António Pinto, às 10:50  comentar

2.10.15

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No Domingo, António Costa vai perceber que ser aglutinador nada tem a ver com o facto de ser gordo.

link do postPor António Pinto, às 19:42  comentar

22.9.15

As sondagens valem o que valem, mas valem alguma coisa. De forma unânime, vão dando empate técnico com ligeira vantagem para a coligação. As que desafinam, dão uma vitória clara da coligação. É engraçado ouvir os comentadeiros especialistas afirmando que não se pode dizer que a coligação siga na frente, pois a sua vantagem (mesmo quando ronda os 6/7%) está enquadrado no intervalo de erro da sondagem. Não deixa de ser verdade. O que também é verdade e legítimo é que se aplicarmos essa margem de erro em sentido inverso a vantagem é de 14%...

 

A única certeza que há, para já, é que António Costa vai perder as eleições. Mesmo que ganhe! E é preciso ser um político fantástico para conseguir perder as eleições, mesmo quando as ganha. Até para Costa, habituado a dizer uma coisa e o seu contrário e a deambular entre a ala mais moderada e a mais radical do PS de acordo com os ventos da conveniência, esta é uma façanha digna de registo. Perante um Governo obrigado a aplicar medidas austeritárias faraónicas e que cortou tudo o que havia para cortar, até um banco de cozinha do IKEA ganharia facilmente as eleições, com uma margem confortável. Mas o PS não elegeu como líder um banco de cozinha do IKEA. Lamentavelmente, elegeu Costa...

 

O PS convenceu-se, há cerca de dois anos, que seriam favas contadas. António Costa dedicou-se mais à purga interna e às execuções em praça pública do que a explicar aos portugueses porque poderia ser uma alternativa válida. Não o fez também porque não o é. Hoje, as pessoas veêm-se na contingência de votar na coligação. Ou de ir à praia. Ou de ficar a ver a bola. Se dúvidas houvesse, Costa tratou de as esclarecer, quando decidiu ameaçar o eleitorado...

link do postPor António Pinto, às 16:14  comentar

10.9.15

Acompanhei o enfadonho debate de ontem. Uma hora e meia sem uma única ideia para a próxima legislatura, nem de um lado nem do outro. Uma hora e meia de lavagem de roupa suja e conversas patetas acerca do passado. Uma hora e meia vazia, que nos faz arrepender de não termos estado a fazer qualquer outra coisa.

 

Costa ganhou o debate, quanto mais não seja porque conseguiu manter Passos Coelho permanentemente a reboque das suas acusações. Tomou a liderança, Passos seguiu, de forma ingénua. Explicou-se demais, normalmente mal, e acabou por não conseguir fazer passar a sua mensagem. Costa esteve agressivo e acutilante, embora raras vezes honesto, e Passos foi... passivo, talvez demasiado confortável com a tendência nas intenções de voto, que se mostra consistentemente favorável. Por isso, Passos terá entrado para não perder, para o empate. Como normalmente sucede com quem entra para empatar, perdeu.

 

Mas é importante analisar esta vitória. Costa ganhou no estilo, ganhou na postura, mas não no conteúdo. Não conseguiu, por um segundo que fosse, dissociar-se do legado socrático que paira sobre si como um fantasma inquieto, não apresentou uma única ideia ou medida concreta para os próximos 4 anos e até teve aquele deslize do "se tem saudades do eng. Sócrates vá visitá-lo e debata com ele...", de uma deselegância que nos fez recordar que estavámos, afinal, na presença de um socialista.

 

Costa ganhou, é verdade, mas foi uma vitória pífia. Dificilmente terá convencido eleitores a votar em si, simplesmente porque não apresentou qualquer alternativa viável. Dificilmente terá sido suficiente para inverter a tendência que se tem verificado nas sondagens. Fica, no entanto, o aviso a Passos Coelho. Relaxar em cima dessa tendência pode ser uma estratégia perigosa. Colar Costa ao ex-recluso 44 não chega e a procissão ainda vai no adro.

 

Falta menos de um mês. A ver vamos!

link do postPor António Pinto, às 10:31  comentar

4.9.15

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António Costa, o benevolente, olha para esta crise de refugiados como uma magnífica oportunidade para limpar as nossas florestas.

 

Logo quando achamos que já ouvimos tudo o que era possível ouvir destes paladinos da solidariedade e igualdade entre os homens...

link do postPor António Pinto, às 14:48  comentar


 
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