A sério que sim
24.2.17

Lord Voldemort

Cavaco Silva, segundo parece, não disse o nome de Sócrates uma única vez durante a entrevista de ontem.

link do postPor João Sousa, às 12:28  comentar

17.2.17

Há três dias, apareceu-me uma pequena borbulha na barriga da perna. Vou seguir o conselho de Sócrates e pedir explicações por isto a Cavaco Silva.

link do postPor João Sousa, às 11:05  comentar

26.11.15

cavaco silva tomada de posse.JPG

O ar de nojo que Cavaco Silva exibe durante a cerimónia de tomada de posse do perdedor Costa teria piada - se não implicasse um futuro tão triste para todos nós.

link do postPor João Sousa, às 20:59  comentar

25.11.15

O Expresso de Balsemão titula: "Cavaco provoca conflito com o Parlamento por causa de tomada de posse". Depois, subtitula: "Presidência da República marcou tomada de posse do Governo para a mesma hora de sessão plenária na Assembleia da República. Ferro Rodrigues não gostou (*). Grupos parlamentares também não."

 

Ora se no fim do mesmo subtítulo afirma que "Belém diz que a cerimónia foi acordada com António Costa", porque raio o Expresso de Balsemão não titulou "António Costa provoca conflito com o Parlamento por causa de tomada de posse"?

 

(*) Parafraseando o nosso vasto presidente da assembleia de república: estou-me cagando para aquilo de que Ferro Rodrigues não gosta.

link do postPor João Sousa, às 20:29  comentar

1.10.15

Há pouco, meti-me num deslocador transversal para visitar o universo paralelo em que Cavaco Silva anunciou aquilo que fará no pós-eleições. Muitos dos que neste o acusam de não dizer o que fará - naquele, acusavam-no de estar a condicionar o voto dos portugueses.

 

Curiosamente, neste mesmo universo, muitos daqueles que encararam com normalidade o candidato Costa reunir-se com os "lesados do BES", ter debatido com eles "soluções" para o caso de ser eleito e não esclarecer o eleitorado a esse respeito - estão agora a esbracejar porque Cavaco Silva não diz o que pensa fazer conforme os vários resultados eleitorais.

link do postPor João Sousa, às 11:05  comentar

11.7.13

 

Esta crise política começa a parecer um enredo de uma novela mexicana, daquelas que preenchiam as grelhas vespertinas das nossas televisões há uns 15 anos atrás. Com intrigas, revelações e traições mal dissimuladas, os ingredientes estão todos lá. 

 

Não me parece que Cavaco tenha evidenciado uma visão desproporcionada dos seus poderes, como já ouvi, e também não me parece que seja suficientemente ingénuo ao ponto de acreditar que o acordo por si proposto seja viável, como também já ouvi. Cavaco entrou neste enredo e encostou o PS à parede. Com sacrifício da imagem deste Governo, talvez merecido, o Presidente da República propôs uma solução que, até aqui, só tinha conhecido o firme desacordo público das hostes socialistas. É, no entanto, a solução mais popular. Seguro, que tem procurado capitalizar o desgaste alheio recorrendo ao seu marasmo genético, vê-se na contingência de escolher: ou fica de fora, mal visto pelo povo e pelas instituições europeias, ou aceita esta solução, e perde o discurso que tem alinhavado para as próximas eleições, sejam estas quando forem.

 

Duas notas reforçam a minha argumentação: ao contrário do que se tem lido por aí, Cavaco não sugeriu eleições em Junho de 2014. Sugeriu a negociação de um calendário que implique eleições a partir de Junho de 2014, o que é completamente diferente. Por outro lado, deixou no ar a ideia de que, caso este cenário falhasse (e é neste cavalo que o PR aposta), há um Governo em funções, perfeitamente legitimado.

 

Imagino assessores socialistas a tentar arrancar Seguro, forçado a agir, de debaixo de uma secretária, num qualquer gabinete do Largo do Rato.

link do postPor António Pinto, às 10:09  comentar

24.5.13

 

Miguel Sousa Tavares, nos seus delírios etílicos, decidiu chamar palhaço ao Presidente da República. Consequência lógica, a PGR abriu-lhe um inquérito.

 

Após uma análise superficial dos comentários que abundam nas redes sociais, surpreende-me ver a quantidade de pessoas que acham perfeitamente normal dedicar ao Chefe de Estado semelhantes epítetos. Mais estranho ainda, verificar que muitas pessoas acham que o facto de ter sido alguém lamentavelmente vísivel a proferi-los é comparável à conversa de café que tem lugar entre anónimos.

 

Muito mais do que qualquer taxa, imposto, despedimento ou corte salarial, é este tipo de cultura democrática que grassa por aí que me faz não ter qualquer esperança na concretização de um milagre que nos tire da fossa.

link do postPor António Pinto, às 14:53  ver comentários (3) comentar


 
subscrever feeds
Statcounter
blogs SAPO