A sério que sim
30.1.17

O livro de valter hugo mãe (em minúscula por respeito à grafia do próprio) "O Nosso Reino", que tem despertado muita polémica por, tendo conteúdo sexual e/ou violento, fazer parte das leituras recomendadas a alunos dos 7º ao 9º anos de escolaridade, deixará de ser recomendado. Na verdade, o que me choca mais não é o facto de um livro onde se pode ler:

"(...) E a tua tia sabes de que tem cara, de puta, sabes o que é, uma mulher tão porca que fode com todos os homens e mesmo que tenha racha para foder deixa que lhe ponha a pila no cu."

ter sido colocado nas leituras para alunos de 13 anos. O mais chocante, para mim, é mesmo que haja um conjunto de paineleiros a achar um livro de valter hugo mãe "uma obra de qualidade".

link do postPor João Sousa, às 11:33  ver comentários (1) comentar

11.5.16

O vice-ministro da educação Tiago Brandão Rodrigues e o ministro Mário Nogueira começaram a sua batalha pelo desmantelamento do ensino privado em Portugal. Tenho curiosidade em saber se o Colégio Moderno está neste primeiro lote de colégios afectados...

link do postPor João Sousa, às 11:31  comentar

18.3.16

Quando o único objectivo que se tem é destruir o que está feito sem saber o que fazer em substituição, a consequência é isto.

link do postPor João Sousa, às 08:08  comentar

20.1.16

Ana Benavente escreve no Público ser "contra os exames desde que estudou, investigou e conheceu os trabalhos internacionais que revelam que os exames são o modo mais pobre de avaliação das aprendizagens". Ana Benavente é apresentada no final do texto como socióloga e socialista: está tudo explicado.

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link do postPor João Sousa, às 10:48  comentar

30.11.15

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Noutras circunstâncias, eu diria que esta talhada de laurinda-alvice de Catarina Martins é um fartote de riso. Só que as circunstâncias actuais são esta criatura ser um dos pontas-de-lança da esquerda-nefelibata que marca o ritmo da esquerda-oportunista que finge governar. O que Costa está a fazer para safar a sua gordurosa pele política vai-nos custar muito, muito, muito caro - e vai-nos tornar a chacota da Europa.

link do postPor João Sousa, às 22:10  comentar

6.8.13

A Federação Nacional da Educação (FNE) discorda da prova de acesso à carreira docente nos moldes propostos pelo Ministério (acrescentaria eu, em quaisquer moldes propostos pelo Ministério). João Dias da Silva, o seu secretário-geral, quer garantir que "os professores no sistema educativo estejam definitivamente dispensados da realização de uma prova desta natureza". Para a FNE:

 

(...) os professores que têm “servido o sistema educativo e que têm tido a classificação de bom não devem realizar esta prova e devem ser dispensados”.

 

O que acho particularmente interessante nesta posição da FNE, e do seu secretário-geral, é que parece ter sido pensada à medida do secretário-geral da Fenprof Mário Nogueira, o professor efectivo no Agrupamento da Pedrulha e que foi avaliado com "Bom" - apesar de não pisar uma sala de aula há mais de 20 anos

 

Repito: a FNE não se importa que alguém que não dá aulas há mais de 20 anos, e foi avaliado com um Bom, não pela sua actividade docente, mas com base num relatório que elaborou de toda a sua actividade de sindicalista, acções de formação que realizou, conferências e congressos em que participou, artigos que escreveu na comunicação social - tenha acesso directo a uma turma sem prestar provas de capacidade pedagógica.

link do postPor João Sousa, às 09:21  comentar

18.6.13

Sempre achei interessante: Nuno Crato é um professor, investigador, divulgador científico e tem obra publicada sobre Educação. No entanto, para os professores, é alguém que não sabe o que diz. Os professores preferem seguir cegamente, como se fosse o flautista de Hamelin, alguém que não dá uma aula há mais de 20 anos e de quem não conheço uma linha sobre pedagogia - mas muitas sobre "reivindicações".

link do postPor João Sousa, às 13:56  comentar

28.2.13

Gostaria só de acrescentar uma questão à análise do João: este protesto, de carácter indubitavelmente selvagem, era contra o quê?

link do postPor António Pinto, às 12:32  comentar

Pedro Passos Coelho foi à Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Claro que houve circo.

 

Algumas alunas, diz o Público, empunhavam cartazes onde se lia, entre outras coisas, "Quero o meu país de volta". O que me ocorre, de imediato, é questionar porque não vão as tais alunas exibir este cartaz à porta da pessoa que, de facto, entregou o país aos credores e fugiu logo a seguir para Paris.

 

Mas o mais burlesco foi a exibição por alguns grunhos desta linda encenação:

Nem de propósito: o Público também noticia que, em 2011/2012, reprovaram no 12º ano mais 6,4% dos alunos do que em 2009/2010, "o que se ficará sobretudo a dever à maior exigência dos exames nacionais". Como se vê pelo que está exposto acima, tal acréscimo de exigência já vem dois ou três anos atrasado.

link do postPor João Sousa, às 08:33  comentar

30.11.12

Entretanto, noticia o Económico, Suécia e Portugal são os únicos países nos quais o Estado paga a Educação a 100%. Há aqui uma ironia tão fina...

link do postPor António Pinto, às 11:52  comentar


 
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