A sério que sim
3.6.16

Centeno é um ministro socialista, não há dúvida. Lê-se hoje na primeira página do DN:

 

dn_20160603_marteladas.JPG

Ou seja, voltamos aos tempos em que eram feitos truques contabilísticos para maquilhar as contas desgovernadas. E se a Europa permitir isto, perderá toda e qualquer credibilidade que lhe restasse.

 

Adenda: quem é que ainda acredita que o défice, com CGD ou sem CGD, ficará minimamente perto dos 2,2%?

link do postPor João Sousa, às 07:36  comentar

20.7.15

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Hollande propõe um governo europeu - constituído apenas pelos seis países fundadores da UE. Ah, se tivesse sido Merkel, Sarkozy ou Le Pen o autor desta proposta...

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link do postPor João Sousa, às 11:31  comentar

5.7.15

O Económico anuncia que os gregos dizem "Não" aos credores. Resta agora ver se os credores vão - finalmente! - dizer "Não? Então amanhem-se!" aos gregos.

link do postPor João Sousa, às 23:41  comentar

Elisa Ferreira acusa a Europa de se preocupar mais com o Syriza do que com a sra. Le Pen. Bom, eu digo que a Europa até tem razão para a distinção: é que o Syriza está no poder - e a sra. Le Pen, tanto quanto sei, ainda não está.

 

O que não percebo é porque raio a sra. Elisa Ferreira está mais preocupada com os nacionalistas franceses que podem eventualmente chegar ao poder - do que com os nacionalistas gregos que já estão de facto no poder coligados com o Syriza.

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link do postPor João Sousa, às 23:16  comentar

7.12.11

Primeiro, falou-se da necessidade de ajuda externa à Grécia, pronta e veementemente negada por quem de direito. Seguiu-se a ajuda externa à Grécia. Depois, falou-se da necessidade de ajuda externa à Irlanda, mais uma vez rejeitada pelas autoridades. Seguiu-se, como se sabe, a ajuda externa à Irlanda. Exactamente a mesma coisa se viria a passar com Portugal. Agora, a necessidade da moda que os "powers that be" têm vindo a ignorar é a inevitabilidade da ajuda externa a Itália e, a cereja no topo do bolo, o fim do Euro. Se a capacidade preditiva das sumidades que gerem a Economia do espaço europeu se mantiver com a precisão que a história recente nos mostra, então todos sabemos como tudo acabará.

 

Creio que está na hora de parar um pouco para pensar. A Europa entrou numa rotina incomportável de atirar com centenas de milhões de euros de um lado para o outro, como se nada significasse. São tempos loucos, nos quais líderes em transe, dominados por histerias eleitorais, vão lançando os europeus para o abismo. O sistema falhou. O actual modelo de organização política e social não responde à necessidades reais nem de pessoas nem de Estados. A partidocracia proto-democrata deu-nos algumas décadas de ilusões, que vamos pagar amargamente. Preocupam-me, acima de tudo, os movimentos anarquistas que se vão levantando do chão aqui e ali, pois no desespero até esses podem parecer uma solução às massas desvairadas. Preocupa-me Portugal, a Europa e o Mundo. Existe, dentro de cada sociedade, um insaciável desejo de destruição mútua por parte de grupos políticos, religiosos ou associados a outras classes. Não existem lideranças fortes, existem espantalhos que procuram eternizar-se agradando a uns e a outros, acabando por deixar uma pegada nefasta entre as hostes que deveriam ter protegido.

 

É o caminho errado. É o sistema errado. Quando tempo demoraremos a percebê-lo?

link do postPor António Pinto, às 11:48  comentar


 
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