A sério que sim
5.10.15

É tão querido ver Ricardo Costa, na alínea d) do seu escrito, encontrar "uma derrota estrondosa temporariamente transformada numa vitória posicional" na "jogada típica de judo" de António Costa que "surpreendeu tudo e todos".

 

PS: Ricardo Costa esqueceu-se de mencionar António Costa com o impessoal "o líder do PS". Está-se a desleixar.

link do postPor João Sousa, às 18:00  comentar

Alguém sabe do Nicolau Santos? O homem parece ter desaparecido...

link do postPor João Sousa, às 13:04  comentar

1.10.15

Portanto, o Expresso quer fazer-me acreditar nisto: o PCP aceitou como director de campanha - o PSD.

link do postPor João Sousa, às 11:24  comentar

23.9.15

Nicolau "ouçam Artur Baptista da Silva" Santos perpetrou um texto à volta da palavra confiança. Afirma ser surpreendente que a coligação tenha conseguido centrar o debate nas propostas do PS, e imagino que lamenta isto estar a dar dividendos. Ele parece perplexo:

Não há pobreza, não há desigualdades sociais, não há cortes nos salários e pensões, não há promessas que tenham ficado sucessivamente por cumprir, não há 485 mil portugueses que tenham sido obrigados a emigrar entre 2011 e 2014, segundo dados ontem divulgados pelo INE, não há problemas no Serviço Nacional de Saúde, nem na Justiça, nem na Educação. Nada. O grande problema do país é o programa do PS.

Depreendo que, para Nicolau Santos, não houve um país falido em 2011, não houve um resgate financeiro em 2011, não havia milhares de milhões em dívida camuflada em 2011. Nada. Nicolau assume que Passos Coelho fez os cortes que fez, e tomou as decisões que tomou, porque gosta que as pessoas andem a cuspir-lhe na efígie ou a espetar alfinetes em bonecos-vudu enquanto pensam nele.

 

Sim, Nicolau Santos, o grande problema do país é o programa do PS. Porque neste programa está escarrapachado um regresso ao passado recente, a um modelo económico que não funciona, de todo, num país pequeno e com recursos limitados como é o nosso. O programa Centeno nem sequer assenta na estratégia "leve agora e pague depois" - é mais do género "leve agora e depois logo se vê".

link do postPor João Sousa, às 19:21  comentar

4.9.15

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 Não, Expresso. Por muito que tu queiras, o ex-primeiro-ministro não foi libertado. Como tu dizes logo a seguir, Sócrates segue recambiado para prisão domiciliária. Sê rigoroso, pelo menos uma vez. Sócrates simplesmente passou para uma prisão preventiva menos restritiva, na qual vai aparecer à janela e acenar à multidão de fiéis.

link do postPor João Sousa, às 22:20  comentar

21.8.15

Quando a liderança socialista ainda não convinha a António Costa, este dizia que era incompatível ser presidente da câmara de Lisboa e candidatar-se a tal. Quando o poder lhe pareceu estar suficientemente podre para lhe cair no colo, a incompatibilidade foi às urtigas.

 

Quando António Costa era presidente da câmara de Lisboa, recordo-me de ver, no final de um Expresso da Meia-Noite, Ricardo Costa anunciar que o próximo programa seria sobre as autárquicas em Lisboa e ele, por razões óbvias, não iria estar nessa noite. Quando António Costa se candidatou à liderança do PS, Ricardo Costa colocou o seu lugar de director do Expresso à disposição - imagino que por achar haver razões óbvias para tal. Isso não foi aceite por Balsemão e companhia e é ver, agora, Ricardo Costa comentar alegremente a política nacional como se não houvesse amanhã. Acontece que as razões antes óbvias não deixam de ser óbvias por causa  da "confiança reforçada da administração".

 

O problema é este: mesmo com eufemismos do género "O líder socialista", ninguém minimamente informado desconhece a relação familiar entre os dois. Ver Ricardo Costa comentar a actuação do irmão com um "o líder socialista" é como ver João Soares a comentar na televisão o debate entre Cavaco e Soares - e referir-se a este último como "dr. Soares".  Nem a confiança da administração do jornal, nem um ilusório distanciamento de trato em relação ao objecto em análise conferem qualquer credibilidade acrescida.

 

Sabemos perfeitamente que o Expresso é para Balsemão um meio de influência negocial, não um projecto de verdadeiro jornalismo - se este acontecer, é apenas uma feliz coincidência. Mas Ricardo Costa, personagem por quem até nem nutro particular simpatia, entende-se jornalista e devia ter imposto limites a bem da sua credibilidade. Ricardo Costa poderia ter-se mantido na direcção do Expresso e anunciar que passaria a comentar apenas política internacional. Assim, comentando as acções de campanha do "líder socialista", Ricardo Costa apenas irá provocar sorrisos sarcásticos em quem o lê.

link do postPor João Sousa, às 13:16  comentar

6.7.15

No bondiano Tomorrow Never Dies, um magnata da comunicação social gerava ele próprio a realidade que depois noticiava. Ler esta notícia do Expresso fez-me lembrar o filme.

link do postPor João Sousa, às 13:40  comentar

4.6.15

O Expresso foi o jornal que, em Fevereiro de 2011, garantiu que o FMI já não vinha:

fmi_ja_nao_vem.jpg

 

 O Expresso foi o jornal que, em Abril de 2013, garantiu que o FMI vinha aí outra vez:

novo_resgate_mais_perto.png

 

O Expresso foi o jornal que, em Dezembro de 2012, pela pena de Nicolau Santos, garantiu que Artur Baptista da Silva era um alto quadro da ONU, economista encartado e uma voz que devia ser ouvida pelo Governo:

artur_baptista_da_silva.jpeg

O Expresso é o jornal que, em Junho de 2015, garante que Jorge Jesus irá para o Sporting e expõe os contornos do acordo como se tivesse estado na mesa de negociações: 

jorge_jesus_sporting.png

Perante isto, e até ler declarações em contrário do treinador, do Sporting e do Benfica, vou assumir que Jorge Jesus já assinou a renovação com o Benfica.

link do postPor João Sousa, às 10:56  comentar

8.3.15

Pinto Balsemão, Ricardo Costa e Nicolau Santos sabem perfeitamente que uma mentira dita em directo vale muito mais do que o desmentido em diferido.

link do postPor João Sousa, às 21:59  comentar

20.10.13

 

Talvez alguém devesse recordar a José Sócrates, por exemplo, a forma cobarde como, na noite das autárquicas de 2005, deixou Manuel Maria Carrilho sozinho na derrota. Mas certamente esse alguém não seria Clara Ferreira Alves.

link do postPor João Sousa, às 21:09  comentar


 
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