A sério que sim
24.2.17

O jornal Sol diz, a propósito das negociações à Esquerda para as presidenciais francesas, que Esquerda tenta geringonça em França. O jornal Sol está errado. A nossa geringonça foi um acordo negociado em segredo antes das eleições e nunca assumido perante o eleitorado (a habitual transparência à Costa). Os esquerdistas franceses, pelo contrário, estão a fazer a coisa às claras e perante toda a gente - o eleitorado francês, ao contrário do português, vai para as urnas plenamente informado.

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link do postPor João Sousa, às 16:46  comentar

17.7.16

François Hollande acha "moralmente inaceitável" que Durão Barroso, um ano e meio depois de deixar a presidência da UE, vá trabalhar para a Goldman Sachs. Pois eu acho "moralmente inaceitável" que um presidente da república como François Hollande coloque sob contrato estatal - o seu cabeleireiro, e que lhe pague mensalmente 10.000 euros dos contribuintes.

link do postPor João Sousa, às 23:51  comentar

17.4.14

Se António José Seguro, que se pendurou em Hollande como o emplastro, tivesse um vestígio de vergonha na cara, estaria neste momento a cavar um buraco para se fechar nele durante um par de anos. A França, epicentro dos tais ventos de mudança anunciados pelo velho Soares desde a eleição de Hollande, o homem-providencial que iria colocar a sra. Merkel na ordem e transportar-nos para um futuro de leite e mel, afastados da austeridade e a crescer com a fúria de um feijoeiro, prepara-se para… congelar salários, pensões e fazer múltiplos cortes nas despesas sociais.

 

Na verdade, o único leite e mel que Hollande trouxe - terá sido para o seu pequeno-almoço nas casas das amantes.

link do postPor João Sousa, às 13:07  comentar

31.3.14

Afinal, é verdade: tal como dizia o velho Soares, sopra um vento democrático desde a eleição de Hollande. Infelizmente para ele, parece que é o próprio PS francês que está a ser assolado pela ventania.

link do postPor João Sousa, às 20:04  comentar

26.6.13

Recordam-se de quando António José Seguro, qual emplastro, se tentava colar a Hollande, esse euro-Obama? Recordam-se de quando o velho Soares gabava a suposta língua sem papas de Hollande, o desafiador da "senhora que devia voltar para o sítio onde nasceu"? Ou quando o caduco Soares afirmava que o "vento democrático" que soprava desde a eleição de François Hollande seria "a favor do crescimento e contra a austeridade, contra o flagelo do desemprego"?

 

Pois já se começam a perceber os efeitos desse "vento democrático" que assola a França:

 

"França entrou oficialmente em recessão".

link do postPor João Sousa, às 14:31  comentar

7.5.12

Apesar de perceber onde o João quer chegar, creio que ele deixou de fora um importante factor: o receio em relação à extrema-direita, manifestamente contrastante com o desinteresse leviano devotado aos resultados dos grupos de extrema-esquerda, advém do facto de ser inconcebível, para qualquer povo europeu, ser governado pela extrema-esquerda. Isto é, com o nível de maturidade política atingido na Europa Ocidental, todos sabemos que a extrema-esquerda nunca será olhada como uma alternativa válida para o poder. Não passa do voto de protesto, ou da contabilização do voto do analfabeto que não sabia onde por a cruz. Já a extrema-direita representa um perigo mais real, mais estruturado, e daí o receio generalizado.

 

Em relação aos resultados das eleições e e às expectativas orgásmicas dos socialistas após a magríssima vitória de Hollande, só um comentário: Merkel trocou de cão...

link do postPor António Pinto, às 14:50  comentar

O centro do discurso político na Europa não é um centro geométrico: está claramente deslocado para o lado esquerdo. Só assim de justifica que quando a extrema-direita recebe 18% dos votos numas eleições, se puxem cabelos como se tal fosse a prova das profecias Maias; e quando a extrema-esquerda conquista 16% dos votos numas eleições, se olha para tal como uma simples curiosidade. Para muita gente, parece haver uma extrema maléfica e uma extrema (quando muito) pitoresca.

link do postPor João Sousa, às 13:16  comentar


 
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