A sério que sim
8.4.16

João filho-do-pai Soares lá apresentou a demissão. Não o fez por achar que tivesse feito alguma coisa mal, mas por "solidariedade com o executivo" - o que evidencia as prioridades do molusco. António Costa lá aceitou "naturalmente", segundo o próprio, a demissão do primeiro. O problema nem é Costa ter aceitado "naturalmente" a demissão do filho-do-pai. O problema maior foi a "naturalidade" com que António Costa convidou tal alimária para o ministério da Cultura.

link do postPor João Sousa, às 15:04  comentar

7.4.16

O suposto Ministro da Cultura renova a promessa de "bofetadas" a um crítico cultural que, pelos vistos, não lhe presta a vassalagem devida. Recordo: num passado já longínquo, quando o destino da nação estava nas mãos de um homem digno, o primeiro-ministro Cavaco Silva demitiu um ministro por causa de uma mera anedota sem piada.

link do postPor João Sousa, às 10:37  comentar

4.3.16

Pedro Picoito apresenta aqui uma teoria para a pressa de Soares filho-do-pai em substituir o director do CCB. Na essência, ter-se-á tratado apenas de colocar lá alguém mais "sensível" às negociações com Berardo.

link do postPor João Sousa, às 11:02  comentar

2.3.16

porco.jpg

João filho-do-pai Soares diz, a propósito da polémica CCB, que não tem nada que lhe pese na consciência. Escusava de se ter dado ao trabalho: há muito tempo que reparámos não ter qualquer consciência que lhe possa pesar - é mesmo um traço genético...

link do postPor João Sousa, às 22:07  comentar

1.3.16

porco.jpg

Reversões em massa de toda e qualquer medida que reduzisse a influência do Estado na atribuição de benesses ao seu funcionalismo; compra, com o dinheiro do contribuinte, de lugares em empresas privadas; nivelação por baixo do ensino; perseguição ao governador do Banco Central; regresso à subsidiodependência dos agentes culturais; saneamento do director do CCB, etc, etc.

 

O que estamos a observar no nosso rectangulozinho com Costa, Santos Silva, Centeno, Soares, César e etc, é a História que se repete. Quando um ditador sobe ao poder, quando um líder sabe que não tem a legitimidade moral para exercer o cargo, limita-se a governar pela força e a eliminar, pela mera hipótese de uma dissonância, todos os que possam minar a ilusão de poder do "Grande Chefe", substituindo-os nos cargos de decisão por apaniguados bem amestrados.

 

O comportamento do pseudo-Ministro da Cultura João-filho-do-pai-Soares ao longo deste processo CCB é... soárico. O anafado filho-do-pai sabe que, não fosse pertencer à "família real" da nossa República, estaria votado a uma vida de insignificância no canto de um qualquer escritório de advogados a fazer reconhecimento presencial de assinaturas. Todo o achincalhamento público que praticou sobre o pretérito director António Lamas é próprio da sua figurinha: o medíocre escritor erótico; o ridículo que queria cobrir Lisboa com ladrilhos; o grunho que recordava, com um risinho boçal, as putas do Parque Eduardo VII e rejeitava o vermelho porque "para vermelho já lhe bastava as gajas uma vez por mês"; o filho do soba que gostava de mandar desaparecer o senhor guarda. Ver João Soares a liderar um Ministério da Cultura desperta-me a mesma sensação que ver uma poia a boiar num reservatório de água.

link do postPor João Sousa, às 11:57  comentar

7.2.16

O nosso ministro da Cultura João filho-do-pai Soares considerou, quando foi nomeado, "positiva a existência de um Ministério da Cultura no executivo de António Costa". Soares disse também que "a Cultura esteve completamente abandonada e numa situação completamente lamentável durante o governo de coligação PSP/CDS". Deve ser para reforçar o simbólico da Cultura (com C maiúsculo) que o orçamento do Ministério, descontado o dinheiro que a RTP irá sugar, é inferior em 20% ao orçamento da Secretaria de Estado que a havia votado ao abandono.

 

Já agora: serei a única pessoa do país que se sente desconfortável pelo governo ter colocado a comunicação social pública sob a alçada de um Ministério? Ainda por cima um ministério regido por um membro do clã Soares e que faz parte da ala esquerda mais caceteira do partido? E que relação têm a informação pública, o gordo Fernando Mendes, a insuportável Catarina Furtado, o menos gordo José Carlos Malato, o matemático António Perez Metello e o Trio d'Ataque com - Cultura?

link do postPor João Sousa, às 10:26  comentar

29.1.13

Parece que João-filho-do-pai-Soares veio defender Arménio Carlos. Na sua página do Facebook, escreveu que "o etíope é mesmo escurinho". E eu digo, aqui, no meu blogue: "o João Soares é mesmo idiota".

link do postPor João Sousa, às 10:06  comentar


 
subscrever feeds
Statcounter
blogs SAPO