A sério que sim
23.10.15

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  • Licenciado em Finanças pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeira.
  • Doutorado em Economia pela Universidade de York, Reino Unido.
  • Professor Catedrático da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa.
  • Professor Catedrático na Universidade Católica Portuguesa.
  • Diretor da revista Economia, da Universidade Católica Portuguesa, entre 1977 e 1985
  • Investigador da Fundação Calouste Gulbenkian.
  • Dirigiu o Gabinete de Estudos do Banco de Portugal.
  • Ministro das Finanças e do Plano em 1980-81 no Governo do Primeiro-Ministro Francisco Sá Carneiro.
  • Presidente do Conselho Nacional do Plano entre 1981 e 1984.
  • Exerceu funções como Primeiro-Ministro entre 1985 e 1995.
  • Doutor Honoris Causa pelas Universidades de York (Reino Unido), La Coruña (Espanha), Goa (Índia), León (Espanha) e Heriot-Watt (Edimburgo, Escócia).
  • Membro da Real Academia de Ciências Morais e Políticas de Espanha, do Clube de Madrid para a Transição e Consolidação Democrática e da Global Leadership Foundation.
  • Distinguido na Alemanha com o Prémio Carl Bertelsmann que a Fundação Bertelsmann decidiu atribuir a Portugal pelo sucesso das políticas de melhoria do mercado de trabalho e de luta contra o desemprego.
  • Prémio Joseph Bech (1991), no Luxemburgo, e a medalha Robert Schuman (1998), pela sua contribuição para a construção europeia.
  • Freedom Prize (1995), na Suíça, concedido pela Fundação Schmidheiny, pela sua ação como político e economista.
  • Distinguido, em Nápoles, com o Prémio Mediterrâneo Instituições (2009), atribuído pela Fundação Mediterrâneo, “em reconhecimento pelo seu empenho e ação no reforço da solidariedade e de uma ativa cooperação entre os países mediterrânicos, em favor da promoção do desenvolvimento e da Paz, nessa região”.
  • Autor de vasta obra relevante nas áreas de Economia e Finanças.

 

Sei que para muitos o mérito é algo totalmente irrelevante, mas é este o currículo do homem que agora se sujeita, sem precisar desta merda para nada, a ser invectivado por pequenas e sabujas criaturas, subprodutos de um sistema político perverso e corrupto.

 

Alguns usam o seu nome em tom mesquinho e jocoso. Eu uso-o para lhe agradecer. Muito obrigado, Prof. Doutor Aníbal Cavaco Silva.

link do postPor António Pinto, às 09:34  comentar

21.10.15

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Eu sei bem quem daria um Ministro da Justiça perfeito...

link do postPor António Pinto, às 09:19  comentar

20.10.15

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Costa fecha a porta a um entendimento com a direita e, pelos vistos, o entendimento à esquerda também não está fácil.

 

Costa semeia ventos, colhe tempestades e espalha o caos à sua volta, disposto a desfazer, de uma forma mais, menos ou nada legítima, todos os obstáculos que se colocarem entre si e o poder.

 

Costa é um estilo de Crash Bandicoot da política portuguesa...

link do postPor António Pinto, às 11:18  comentar

2.10.15

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Isto foi verdade? Digam-me, por favor, que isto é uma montagem. Por favor...

link do postPor João Sousa, às 19:49  comentar

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No Domingo, António Costa vai perceber que ser aglutinador nada tem a ver com o facto de ser gordo.

link do postPor António Pinto, às 19:42  comentar

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E eis que, muito antes do previsto, o ensurdecedor silvo do afiar de facas toma conta do maior açougue da política portuguesa...

 

 

link do postPor António Pinto, às 19:35  comentar

1.10.15

Boaventura Sousa Santos escreve hoje no Público sobre o que é ser-se de esquerda ou de direita. Também escreve:

"Não conheço outro país na Europa onde os jornais de referência dêem tanto espaços a comentadores de direita."

Desculpem a minha confusão: estava convencido de que o suplemento humorístico Inimigo Público era publicado às sextas-feiras.

link do postPor João Sousa, às 11:43  comentar

Há pouco, meti-me num deslocador transversal para visitar o universo paralelo em que Cavaco Silva anunciou aquilo que fará no pós-eleições. Muitos dos que neste o acusam de não dizer o que fará - naquele, acusavam-no de estar a condicionar o voto dos portugueses.

 

Curiosamente, neste mesmo universo, muitos daqueles que encararam com normalidade o candidato Costa reunir-se com os "lesados do BES", ter debatido com eles "soluções" para o caso de ser eleito e não esclarecer o eleitorado a esse respeito - estão agora a esbracejar porque Cavaco Silva não diz o que pensa fazer conforme os vários resultados eleitorais.

link do postPor João Sousa, às 11:05  comentar

10.9.15

Acompanhei o enfadonho debate de ontem. Uma hora e meia sem uma única ideia para a próxima legislatura, nem de um lado nem do outro. Uma hora e meia de lavagem de roupa suja e conversas patetas acerca do passado. Uma hora e meia vazia, que nos faz arrepender de não termos estado a fazer qualquer outra coisa.

 

Costa ganhou o debate, quanto mais não seja porque conseguiu manter Passos Coelho permanentemente a reboque das suas acusações. Tomou a liderança, Passos seguiu, de forma ingénua. Explicou-se demais, normalmente mal, e acabou por não conseguir fazer passar a sua mensagem. Costa esteve agressivo e acutilante, embora raras vezes honesto, e Passos foi... passivo, talvez demasiado confortável com a tendência nas intenções de voto, que se mostra consistentemente favorável. Por isso, Passos terá entrado para não perder, para o empate. Como normalmente sucede com quem entra para empatar, perdeu.

 

Mas é importante analisar esta vitória. Costa ganhou no estilo, ganhou na postura, mas não no conteúdo. Não conseguiu, por um segundo que fosse, dissociar-se do legado socrático que paira sobre si como um fantasma inquieto, não apresentou uma única ideia ou medida concreta para os próximos 4 anos e até teve aquele deslize do "se tem saudades do eng. Sócrates vá visitá-lo e debata com ele...", de uma deselegância que nos fez recordar que estavámos, afinal, na presença de um socialista.

 

Costa ganhou, é verdade, mas foi uma vitória pífia. Dificilmente terá convencido eleitores a votar em si, simplesmente porque não apresentou qualquer alternativa viável. Dificilmente terá sido suficiente para inverter a tendência que se tem verificado nas sondagens. Fica, no entanto, o aviso a Passos Coelho. Relaxar em cima dessa tendência pode ser uma estratégia perigosa. Colar Costa ao ex-recluso 44 não chega e a procissão ainda vai no adro.

 

Falta menos de um mês. A ver vamos!

link do postPor António Pinto, às 10:31  comentar


 
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