A sério que sim
4.9.15

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António Costa, o benevolente, olha para esta crise de refugiados como uma magnífica oportunidade para limpar as nossas florestas.

 

Logo quando achamos que já ouvimos tudo o que era possível ouvir destes paladinos da solidariedade e igualdade entre os homens...

link do postPor António Pinto, às 14:48  comentar

3.12.13

O "mau socialista" Pateta Alegre, na sua ânsia de avermelhar o PS, até se escuda num argumento do Papa Francisco. Aqui.

link do postPor António Pinto, às 12:02  comentar

15.5.13

Haverá outro? Por Inês Teotónio Pereira

link do postPor António Pinto, às 12:15  comentar

11.4.12

Apesar de relegados para uma modesta insignificância pelos resultados das últimas eleições legislativas, em 2011, os fantasmas socialistas que assombraram a nação ao longo da última década e meia, com especial ênfase para os 6 anos de sultanato socrático, ainda não se transformaram nos espectros poeirentos e longínquos que a nação guarda no sotão do tempo e dos quais se envergonha. É tudo muito recente.

 

Ontem, a inqualificável Maria de Lurdes Rodrigues deu um triste espectáculo durante uma audição em sede de comissão parlamentar. Foi com desplante que afirmou que candeeiros de Siza numa escola pública (ao módico preço de €1.700 a unidade) não são um luxo e foi com liminar desrespeito pelo esforço dos contribuintes que, orgulhosa, esta ex-governanta socialista concluiu: 

“O programa da Parque Escolar foi uma festa para as escolas, para os alunos, para a arquitectura, para a engenharia, para o emprego e para a economia”

Todos sabemos, lamentavelmente bem demais, as consequências das "festas" faraónicas do anterior governo. Foi tudo uma enorme "festa", adocicada pelo sabor da certeza de que outros pagariam. Maria de Lurdes Rodrigues introduz, aliás, outro conceito refrescante: a "irregularidade tipificada", para justificar os 500 milhões de euros em pagamentos indevidos feitos ao longo do edificante processo de requalificação das escolas públicas.

 

Maria de Lurdes Rodrigues personificou ontem, sem vergonha ou qualquer tipo de pudor, aquilo que foi a governação socialista ao longo das páginas negras escritas entre 2005 e 2011. Quem fala desta forma, no actual contexto nacional, merece ser julgado. Não à luz do nosso sistema judicial, mas sob os preceitos do Código de Hammurabi.

link do postPor António Pinto, às 10:54  comentar

26.1.12

Um tratado sobre sócrates e o socialismo circense. Uma vénia a Manuel Maria Carrilho.

link do postPor António Pinto, às 12:07  comentar


 
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