A sério que sim
9.6.15

Parece que Manuela Moura Guedes abandonou em directo o programa "Barca do Inferno". Gostaria de saber quem achou ser serviço público um programa de debate entre Isabel Moreira, Manuela Moura Guedes e Raquel Varela (sobre Sofia Vala Rocha não me pronuncio por desconhecimento) e moderado por essa sumidade do humor de riso de boca fechada e sem gargalhada de nome Nilton? 

link do postPor João Sousa, às 13:56  comentar

30.9.13

A RTP, paga por todos nós, para comentar a noite eleitoral ofereceu-nos Morais Sarmento e José Sócrates. A SIC apresentou-nos o pequeno Vitorino. A TVI impingiu-nos a demente Constança (e nem sequer me dei ao trabalho de ver quem mais lá estava).

 

E eu, perante tais escolhas, optei - por desligar a televisão e ir dando uma vista de olhos à Internet.

link do postPor João Sousa, às 15:52  comentar

26.8.12

Agora que se conhecem possíveis abordagens ao assunto RTP, vários bloggers vêm publicando excertos de já pretéritas emissões. Imagino que pretendam, com esses posts, demonstrar a importância de existir uma televisão pública. Só que eles parecem não compreender uma coisa: ao recordar esses bons velhos tempos, muitos ainda a preto e branco, estão a dar argumentos contra si. Ao mostrar como a RTP de agora está tão distante da RTP de então, só se pode concluir que não faz sentido um Estado suportar uma televisão pública com o modelo actual. Uma televisão ser pública não implica automaticamente que esteja a prestar um serviço público.

 

Antes, a RTP mostrava-nos teatro português, cinema com qualidade, algumas boas telenovelas brasileiras. Havia informação, a natureza de David Attenborough, a ruralidade com Sousa Veloso. Havia séries britânicas e havia o Zé Gato. Recordo-me de jornalistas desportivos que sabiam do que falavam: o Helder de Sousa, o Cordeiro do Vale, o Adriano Cerqueira, o João Coutinho, os dois Lopes (Luis e Jorge). Havia o Vasco Granja. E mais.

 

Hoje, temos o gordíssimo Mendes, o Rodrigues dos Santos, a Fátima Campos Ferreira, umas séries portuguesas mal amanhadas, uns concursos com cenários manhosos, o Bom Dia Portugal, o Portugal no Coração, o menos gordo Malato e a insuportável Catarina Furtado. Se isto é o que esses bloggers pretendem que seja uma televisão pública, já há outras duas que não custam directamente ao contribuinte: a SIC e a TVI.

link do postPor João Sousa, às 18:07  comentar

22.5.12

Tenho lido por aí que houve Globos de Ouro na Sic. Quando não há pudor, estas celebrações masturbatórias comuns nos nossos canais de televisão descambam no ridículo. E foi o que aconteceu neste Domingo.

 

Nos prémios da Sic, que pertence a Francisco Pinto Balsemão, e para onde Francisco Pinto Balsemão é frequentemente convidado a comentar assuntos dos quais se deveria manter afastado por óbvio conflito de interesses, quem foi o vencedor do prémio "Mérito e Excelência"? Francisco Pinto Balsemão.

 

Se o ridículo pagasse imposto, este ano teríamos superavit...

link do postPor João Sousa, às 09:43  comentar


 
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