A sério que sim
27.4.14

Estreou, na passada Quinta-Feira, o filme "Marretas Procuram-se".


[Foto: La Nación]

Na Sexta-Feira, no Largo do Carmo, o filme ter-se-á chamado "Marretas encontram-se".

link do postPor João Sousa, às 09:53  comentar

27.11.13

 

Depois de tudo o que tem acontecido, a última coisa que os portugueses merecem é conviver com a invasão mediática, na mesma semana, de sombrias personagens como Otelo, Vasco Lourenço e Mário Soares debitando os seus disparates.

 

Levados, quiçá, pelo dissipar da virilidade própria de outras idades, falam de violência, murros e tiros como quem navega na sua própria realidade. As suas afirmações são, no entanto, para levar mais a sério. Seria, concordo com o João, benevolente justificar estes apelos primitivos com o irremediável declínio mental que se apodera destas personalidades.

 

Estão, porém, desfasados da realidade. Não vivem já no país tumultuoso que um dia conheceram e tudo lhes permitiu. São olhados com complacência, da mesma forma que se encaram dois velhos aldeões disputando, à bengalada, um qualquer metro de terra.

link do postPor António Pinto, às 15:47  comentar

6.3.13

Eu sei, António, quais são as condições que impedem o rotundo Vasco Lourenço de se lançar, a passo largo, rumo à revolução: é a artrite nos joelhos; são os bicos de papagaio; é a mão que já vai tremendo; é o farto ventre que evidencia o aburguesamento das efervescências de juventude...

link do postPor João Sousa, às 15:32  comentar

Vasco Lourenço disse isto.

 

Já sabemos que a golpada que o camarada Vasco e os seus compinchas prepararam há uns anos não correu exactamente como estavam à espera. Se houvesse condições, afirma o patusco Vasco, lideraria outra revolução. A que condições se refere o "capitão de Abril"?

 

Talvez hoje Portugal não seja um país tão "revolucionável". Talvez isso tenha a ver com o facto de ter os cofres vazios.

 

Citando o João: Por qué no te callas?

link do postPor António Pinto, às 13:52  comentar

2.11.12

O oráculo Vasco Lourenço veio dizer que uma nova guerra na Europa será inevitável. Parece que alguém se esqueceu de fechar o cadeado da garrafeira lá de casa...

link do postPor João Sousa, às 08:43  comentar

24.4.12

Quando se é jovem e ainda se acredita nos dias, têm-se visões de grandeza: Amor, Glória, Fortuna. Mas o Tempo é um bom professor. Hoje, limito-me a ambicionar que o envelhecimento me seja mais digno do que foi o de Soares e Alegre.

 

Egomaníacos, ainda os veremos a fazer ski-aquático para captar umas páginas de jornal. Por agora, basta-lhes solidarizarem-se com os "militares de Abril" que se recusam a participar nas sessões solenes de amanhã porque

 

"O poder político que a(c)tualmente governa Portugal configura um outro ciclo político que está contra o 25 de Abril, os seus ideais e os seus valores."

 

Pelo que se infere dos seus discursos recentes, "os ideais e os valores" que guiaram gente como Otelo e Vasco Lourenço a fazer o 25 de Abril prefiguram um conceito algo maleável de Democracia. É irónico que estes senhores, que derrubaram o Estado Novo para - supostamente - vivermos em democracia, parecem incapazes de aceitar uma das suas consequências: que sejam outros, com posições ideológicas diferentes, a conquistar mais votos em eleições livres. Eleições livres, para Otelo e Lourenço, parecem só ter como resultado possível aquele que lhes convém.

 

Do nefelibata Alegre, tudo é expectável - portanto nada pode surpreender. De Soares, e do seu ego com gravidade jupiteriana, também não se pode esperar nada. Há muito que se tornou óbvia a verdadeira motivação para que se opusesse a uma putativa ditadura comunista no pós-25 de Abril: maior palco de influência para a sua augusta pessoa e o seu grupo. Que tal fosse menos maligno para o país - tal foi um simples acaso menos infeliz.

 

Já de Sampaio, confesso, esperava melhor. Por muito inútil que sempre o tenha achado, pensava-o com alguma genuinidade. Mas fazer depender a presença da "sua agenda internacional" parece mostrar que, também para ele, este dia tem um simbolismo muito relativizável.

 

E assim temos que aqueles que se preparam para celebrar o 25 de Abril na Assembleia da República, são precisamente aqueles que estão "contra os seus ideais e valores" - nas palavras dos que o fizeram, supostamente em nome desses "ideais e valores", mas se recusam agora celebrá-los na "casa da democracia".

 

link do postPor João Sousa, às 11:20  comentar

7.11.11

Vasco Lourenço, ilustríssimo capitão de abril (alguém sabe o que isso é?), resolveu vir a terreiro largar mais umas atoardas.

 

Já há uns dois dias que ninguém falava da "exploração que o capital faz aos trabalhadores", essa cassete caduca...

 

link do postPor António Pinto, às 16:37  comentar


 
subscrever feeds
Statcounter
blogs SAPO