A sério que sim
26.12.18

brise lavanda.png

Ferro Rodrigues, com a graciosidade de gesto e elegância de verbo que lhe conhecemos, veio alertar contra o "mau-cheiro" populista. Agradeço os cuidados da segunda (triste) figura do estado-a-que-chegámos português mas, se realmente algum mau-cheiro lhe está a ferir as narinas, talvez seja ainda vestígios das cag... das defecações antigas que se mostrou disponível para fazer por cima do segredo de justiça.

link do postPor João Sousa, às 05:39  comentar

A propósito do fogacho dos coletes amarelos (que mostra o quanto o português é um ser domesticado), o pequenino e nada augusto César dos Açores veio a público dizer que "é necessário firmeza contra manifestações que coloquem em causa a ordem pública". Está visto que manifestações boas são só as organizadas pelos próprios.

link do postPor João Sousa, às 04:31  comentar

Na capa de ontem do JN, pode-se ler isto:

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É claro que o clima "pré-eleitoral" começou muito cedo - logo no dia em que António Costa tomou posse e desatou a lançar contínuas pazadas de dinheiro do contribuinte para satisfazer a sua clientela habitual.

link do postPor João Sousa, às 04:23  comentar

24.12.18

funeral_catalina.png

(na capa de hoje do CM)

link do postPor João Sousa, às 10:14  comentar

22.12.18

Catalina Pestana, uma das vozes mais infatigáveis quando do processo Casa Pia, morreu. Espero sinceramente não ver um elogio fúnebre feito por Ferro Rodrigues, António Costa ou Paulo Pedroso - seria o descaramento absoluto.

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link do postPor João Sousa, às 17:38  comentar

No próximo ano lectivo, o governo afirma que vai distribuir gratuitamente os manuais escolares até ao 12º ano. Generoso como sempre é o PS com o dinheiro dos outros (pois convém recordar que os manuais não serão "gratuitos" - serão pagos por todos nós com o dinheiro dos nossos impostos), o PS prepara milimetricamente mais uma maravilhosa - e dispendiosa - medida que terá a sua aplicação, como é fácil perceber, mesmo em cima das eleições.

link do postPor João Sousa, às 15:19  ver comentários (2) comentar

Num país que se desse ao respeito, a notícia de que desapareceu do sistema informático Citius todo o histórico de atribuições do processo Marquês estaria na capa de todos os jornais e faria abertura em todos os noticiários. Muito convenientemente desaparecido, e muito convenientemente desaparecido na altura em que se pode enterrá-lo no meio da correria final de compras e de notícias sobre supostos défices (aldrabados) zero, coletes amarelos que não saíram da caminha em dia frio e Benficas que já não vão ser acusados, só falta mesmo um qualquer (ir)responsável socialista seguir as pisadas de Azeredo e dizer que "no limite, nem chegou a haver processo".

link do postPor João Sousa, às 14:55  comentar

12.12.18

barco em ruínas.jpg

 

Com a cara-de-pau que é endémica aos motoristas que se vão revezando na condução desta gerigonça, o ministro do Planeamento e das Infraestruturas (curiosa denominação, dada a falta de planeamento que existe na manutenção dos transportes públicos e a degradação crescente e visível das nossas infraestruturas) Pedro Marques disse que o governo PS já tinha investido "12 milhões de euros na recuperação de material circulante fluvial".

 

Para começar, temos o clássico embuste: o governo PS, ao contrário do que a excelência ministerial diz, não "investiu" dinheiro algum - foi o contribuinte que o pagou.

 

Mas o mais insultuoso, e é claro que o jornalismo que temos não vai pegar nestes números nem com pinças, é o ministro que tem a soberba de falar em 12 milhões de euros gastos, ao longo dos três anos de legislatura, na manutenção de um transporte que serve anualmente milhões de passageiros, pertencer ao governo que se orçamentou, para viagens que fará em 2019, com 116 milhões de euros (quase o décuplo). Por comparação, em 2018 o governo gastou 89 milhões de euros em viagens. Ou seja: os 12 milhões de euros que o governo gastou em três anos na manutenção dos cacilheiros não cobrem nem metade da diferença (27 milhões de euros) entre os orçamentos de 2018 e 2019.

 

Já agora, uma pequena comparação. No ano (2015) em que mais gastou em viagens, o governo de Passos Coelho ficou-se pelos 70 milhões de euros, nunca tendo superado os 60,4 entre 2011 e 2015.

link do postPor João Sousa, às 18:43  comentar

 
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