A sério que sim
14.10.17

A Renascença titula que o Orçamento de Estado para 2018 dará mais 2,4% ao Ministério da Saúde. Mais uma pequena propaganda destes orçamentos "criativos" de Centeno, como se tem visto no passado recente: dizem, no ano anterior, que o Ministério X vai ter um aumento de Y% - sabendo antecipadamente que esses Y% nunca vão chegar ao destino metidos no informe bolo das cativações.

link do postPor João Sousa, às 09:25  comentar

13.10.17

Se não se demitiu até hoje, porque diabo é que havia de se demitir agora? Se não teve vergonha durante estes meses, porque é que teria hoje?

link do postPor João Sousa, às 11:50  comentar

9.10.17

O Jornal Económico titula que "Centeno pode esperar. Dijsselbloem vai até ao fim do mandato no Eurogrupo". Eu até digo mais: Centeno pode esperar sentado.

link do postPor João Sousa, às 18:31  comentar

6.10.17

A trémula Constança Cunha e Sá diz na TVI que "não é a favor de um PSD extremado". Na verdade, nós há muito percebemos que a trémula Constança "não é a favor de um PSD" - ponto final.

link do postPor João Sousa, às 21:43  comentar

4.10.17

A ministra da Administração Interna demitiu a directora do SEF por, expressão surpreendente vinda de quem vem, "incumprimento dos objectivos da tutela". Posso, com isto, assumir que o sucedido em Pedrógão Grande esteve claramente dentro dos "objectivos da tutela".

link do postPor João Sousa, às 21:37  comentar

13.9.17

O PSD e o CDS querem ouvir o ministro da Defesa no Parlamento. Azeredo Lopes já fez saber que, quando o vir, lhe pedirá para ir.

link do postPor João Sousa, às 13:35  comentar

Vamos imaginar que um autarca do PSD compra, por cerca de 70% do valor de mercado, uma casa a um familiar próximo de vários directores de uma construtora. Vamos também imaginar que este hipotético autarca do PSD se "esquecia" muito convenientemente de declarar parte desse negócio ao Tribunal Constitucional. Vamos ainda imaginar, para melhor compor este opaco ramalhete, que depois a autarquia presidida por este imaginário autarca atribui a essa construtora obras por ajuste directo de valor superior a cinco milhões de euros (e a maior parte desse valor por uma obra cercada de polémicas). O chinfrim que não iria nas redacções de jornais, a comoção que não se sentiria nos pivots e comentadores dos canais de notícias, o falsete que não viria de Galambas, Catarinas e Mortáguas.

 

Agora substitua-se "autarca imaginário do PSD" por "Fernando Medina, autarca real do PS". O que se vê, se ouve, se cheira? Uma descontracção notável - com excepção da capa de um jornal menos lido que a Marketeer, e um pequeno quadrado manhoso e manhosamente escondido na primeira página do Público.

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link do postPor João Sousa, às 13:14  comentar

12.9.17

Chego com atraso de dias (embora preferisse nunca) a uma declaração de Rita Ferro Rodrigues: "precisamos urgentemente de humoristas feministas em Portugal". A razão, cara Rita, para não haver humoristas feministas em Portugal, é muito simples de explicar: é que se há coisa a que as feministas sempre se mostram completamente imunes - é ao sentido de humor. Mais depressa passaria um camelo pelo buraco de uma agulha.

 

"Humorista feminista" é um oxímoro.

link do postPor João Sousa, às 19:27  comentar

7.9.17

Num frenesim pueril, os jornais repassam notícias sobre Madonna - como se a sua presença cá significasse a subida no ranking da UEFA e do rating da Moody's. Tenho dedicado a ela, enquanto reformada de luxo, a mesma atenção que lhe dedico enquanto cantora: pouca. Contudo, há um detalhe interessante: segundo parece, ela queixa-se da nossa burocracia. Espantoso: há tão poucas semanas aqui e já nos tirou o retrato.

link do postPor João Sousa, às 08:06  comentar


 
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