A sério que sim
15.1.16

Começo por afirmar, sob pena de crucificação, que simpatizo com a figura de Marcelo Rebelo de Sousa. É diferente de afirmar que considero ter o perfil ideal para Presidente da República, mas simpatizo com a figura.

 

Estas eleições presidenciais são diferentes de todas as anteriores. O perfilamento de figuras caricatas que se propõem, à esquerda, ocupar o Palácio de Belém sugere um desrespeito indigno pelo cargo maior da democraca portuguesa. Do vácuo confrangedor de Sampaio da Nóvoa à mimadice birrenta da pequena burguesa Marisa Matias, safam-se Vitorino Silva, o calceteiro Tino, o único preocupado em apresentar ideias, mantendo um discurso coerente e Henrique Neto, um homem aparentemente sério, embora politicamente seja pouco mais do que um arredondamento.

 

Todo o restante visco tem apenas uma preocupação em mente: atacar Marcelo. Ataques pessoais, vis, mesquinhos, que dizem mais sobre quem os profere do que sobre o seu objecto. Da hiperactividade aos apoios políticos do pai de Marcelo, ouvimos um pouco de tudo. Sempre num registo raso e desprezível, característico desta esquerda que engoliu o garfo e se sente novamente legitimada para rotular de fascistas todos aqueles que não se revêem nesta mole imunda de gente empenhada em incendiar Portugal, para depois fazer nascer das cinzas uma deformidade vermelha aberrante, que tão bons resultados tem alcançado noutras latitudes.

 

Esta será, e é triste dizê-lo, a principal razão pela qual votarei em Marcelo Rebelo de Sousa. Apraz-me ter a garantia de que, pelo menos, no final do seu mandato, a cadeira onde se senta no Palácio de Belém estará razoavelmente limpa.

link do postPor António Pinto, às 10:11 

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