A sério que sim
7.2.19

Em linguagem futebolística, acho que se chama a esta substituição "troca por troca": sai um boy, entra outro boy.

link do postPor João Sousa, às 18:16  comentar

23.9.15

Pedro Nuno Santos, o tal da imagética rica e que queria deixar os credores com as pernas a tremer, vem dizer que a revisão em alta do défice do ano passado, consequência do registo da injecção de capital no Fundo de Resolução do Novo Banco, será uma "herança pesada" (ele que acha, portanto, que o défice de 11% deixado por Sócrates foi uma mera brisa em tarde de Verão).

 

Façamos de conta que acreditamos em Pedro Nuno Santos. Façamos de conta que não sabemos que o dinheiro que foi contabilizado no défice de 2014 é um empréstimo. Façamos de conta que não sabemos que, se o PS for governo e esse dinheiro regressar com juros, o PS irá dizer, tal como disse em Lisboa sobre os milhões de dívida camarária assumidos pelo Estado, serem as suas mágicas capacidades financeiras.

link do postPor João Sousa, às 19:53  comentar

3.4.12

O luso-rambo Pedro Nuno Santos, o tal da "imagética rica" que sabia como fazer tremer as pernas dos banqueiros alemães, demitiu-se da vice-presidência da bancada parlamentar do PS. Segundo a notícia do Diário Económico, Pedro Nuno Santos "invocou razões de carácter pessoal" para a decisão de se afastar da direcção da bancada, mas deputados próximos do ex-líder da JS referiram que a demissão se deve "a divergências políticas".

 

Eu acredito mais na segunda hipótese. É que para serem "razões de carácter pessoal" a causa para a demissão, tornava-se necessário que existisse carácter...

link do postPor João Sousa, às 19:08  comentar

16.12.11

Basílio Horta voltou a mostrar o que é: um velho mal educado, politicamente repugnante, peçonhento, arrogante na sua nulidade e sobranceiro na sua ordinarice. Um velho vulgar e dispensável, lamentavelmente eleito para representar não se sabe quem, um velho triste e subserviente de uma cartilha, criada por políticos profissionais para políticos profissionais, que luta desesperamente para se agarrar, seja como for, ao "tacho". Um velho inflado e encarnado, cheio até às suadas costuras de fel e amargura, que vai destilando à medida que trilha o seu tremendamente sinuoso percurso político.

 

Pedro Nuno Santos, o vice do cabelo "à Sócrates", o homem que, seguramente inebriado, perdeu o super-ego e proferiu os disparates que se conhecem, apresentou-se ontem na AR e ousou defender a sua honra. A honra defende-se com acções e comportamentos, não com palavras vazias. Não está, por isso, ao alcance de canalhas caloteiros que acham perfeitamente legítimo utilizar a dimensão da dívida como uma forma de ameaça. Não se pode, no entanto, exigir mais a uma produção fictícia do socialismo moderno português, a uma figura cheia de nada que apenas se pode destacar pela sua flatulência verbal.

 

Zorrinho (uma versão apequenada e com olhos de carneiro mal-morto do Zorro?), afrontou a AR ao confrontar a sua Vice-Presidente, em pleno exercício de funções. Naquela postura desafiante de barraqueiro bem vestido, com aquele tom enervante de homicida que não confessa o crime, lá vai subindo a escada rosa, cada vez menos íngreme, por sinal.

 

Joana Amaral Dias juntou-se ao circo, restando saber qual é o seu papel, defendendo os seus colegas de partido (ainda o são, ou a senhora já mudou outra vez?). Afirmou que Pedro Nuno Santos tinha estado muito bem e deu a entender que a criatura aproximou o PS de uma ideologia de esquerda. Basta olhar para Joana Amaral Dias, debaixo da camada de betume que lhe cobre a face, para perceber que é uma mulher que defende firmemente os ideais de esquerda.

 

Isabel Moreira não merece atenção. É um zero!

 

link do postPor António Pinto, às 12:51  comentar


 
subscrever feeds
Statcounter
blogs SAPO